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Re-União 2017

A fonte

April 17, 2017

 

 

Hoje a ciência nos demonstra que o que não podemos ver ou tocar é muito mais real do que tudo que podemos experimentar através de nossos cinco sentidos, verdadeiros filtros criadores de ilusões.

Para a grande maioria de seres humanos do planeta, mais da metade da vida é consumida no trabalho; digo consumida porque ainda não aprenderam a desfrutar do trabalho...

No passado, havia apenas a preocupação da sobrevivência, da manutenção de um posto ou da luta pelo poder; mas felizmente, grande parte das corporações do Primeiro Mundo estão buscando soluções e mudanças profundas incentivando a criatividade, ajudando as pessoas a encontrar e compreender o significado do que fazem, facilitando desta forma as relações e as conexões entre os segmentos de vários níveis. Operando em conjunto, perceberam que se tornaram mais produtivas com seus funcionários colocando a energia da criatividade dirigida e do prazer (para não dizer do amor), naquilo que fazem.

É a gestão da energia, invisível aos olhos humanos, mas que permeia todas as nossas ações e o universo.

É chegado o momento de inaugurarmos uma nova etapa, um salto quântico no Brasil e no mundo.

Como cita Domenico de Masi na conferência - O Amanhecer do Terceiro Milênio - , “A sociedade pós-industrial não é feminina nem masculina, e sim andrógina, e as sociedades que não perceberam a feminilização, são ainda sociedades bárbaras.”

Os sistemas agrícolas e industriais estão sendo repassados para os países menos desenvolvidos, como um grande favor, que vão absorvendo sem perceber a mão-de-obra e as máquinas ociosas das grandes potências.

Fritjof Capra diz-nos que “É preciso ter consciência da teia da vida da qual fazemos parte, isolada e como um todo, e a mudança é um processo contínuo,  já que tudo no universo é movimento”.

Sabemos que a medida do tempo é variável de acordo com a velocidade com que se deslocam os observadores, portanto sabemos que não existe intervalo entre mente e matéria, entre realidade mental e realidade externa, que uma é necessariamente extensão da outra e que tudo é um só Todo.

Sim, sabemos uma porção de coisas, mas será que praticamos um pouco do que sabemos em nosso cotidiano? Ou o que sabemos permanece em nosso intelecto como teoria, como um saber acadêmico, ou como uma cultura inútil de conversas de salão?

Se não existe intervalo entre realidade mental e realidade externa, não teríamos que voltar nossa atenção, e focalizá-la para os nossos pensamentos reais (frutos de nosso sistema de crenças), e a origem de nossas emoções e ações?
Não seria o mundo que vivemos, individual e coletivo, consequência 

de nossa realidade interna, consciente ou inconsciente?

Será que paramos em algum momento para observar o nosso interior, onde reside a fonte da realidade material?

Onde criamos nossos problemas, dificuldades e escassez?

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