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Re-União 2017

O PT tentou dar um golpe de estado. A Venezuela quase foi aqui

April 24, 2017

A chegada do PT ao poder não representou apenas o caos econômico e social. Foi muito mais que isso.

 

Engana-se quem pensa que o PT apenas roubou os cofres públicos e gerou a pior crise econômica de nossa história. Isso foi apenas a ponta do iceberg do projeto do PT. 

 

O projeto do PT, junto com seus parceiros sul-americanos, visava transformar a América Latina em um único país, governado à força por agentes de esquerda.

 

Para isso, os principais líderes de esquerda se reuniram e criaram o “foro de são paulo”. 

 

Foi estabelecido um cronograma com metas e ações para que o continente fosse pintado todo de vermelho.

 

Após isso, foram eleitos, por exemplo: Lula, Chaves, Evo Morales, Rafael Correia, Nestor Kirchner, etc.

 

Uma vez com o poder na mão, a esquerda começou a agir. A forma de atuação em cada país foi a mesma. O que mudou foi a velocidade com que o projeto foi implantando, devido às características locais.

 

A Venezuela foi a nação em que esse projeto teve o maior êxito.

 

Hugo Chaves, militar de carreira, aplicou com perfeição os ensinamentos da esquerda mundial (marx, lenin e gramsci).

 

Em cada discurso, a população era bombardeada com os chavões: “eles da burguesia”, “nós os pobres”, “nós os trabalhadores”, “a elite branca”, “os capitalistas americanos”, etc.

 

Ele foi conquistando espaço e sua aceitação perante a população mais carente foi aumentando, o que lhe permitiu mudar toda a constituição do país, as leis, mudando até o nome do país e a forma de governo.

 

A cada suspiro da população que não compactuava com o bolivarianismo, Chaves descia a caneta e decretava a sua vontade. Sempre tendo o apoio dos milicos.

 

Empresas estrangeiras foram nacionalizadas, incluindo a Petrobras.

 

A estatal petrolífera, PDVSA, teve seus gestores técnicos afastados em detrimento dos companheiros de partido (a empresa, hoje, produz 10% do que produzia antes do chaves chegar ao poder).

 

Canais de televisão e rádios foram fechados.

 

A corrupção tomou conta do governo. Políticos ligados ao governo bolivariano enriqueceram.

 

As urnas eletrônicas da smartmatic (empresa venezuelana) garantiram sempre a vitória do governo, pela diferença de 1%.

 

E, para que não houvesse nenhuma reação da oposição política e social, Chaves criou a policia única, acabando com as polícias estaduais.  

 

Hoje, não existe mais nenhuma polícia estadual na Venezuela. Existe apenas uma guarda nacional, subordinada ao presidente da república.

 

Chaves também confiscou todas as armas da população.

 

O resultado, todos sabem: A Venezuela como país democrático não existe mais, apesar do Lula ter gritado que lá há democracia em excesso.

 

A verdade é que o caos político, econômico e social transformou a nação em um local inabitável. 

 

Foi exatamente isso que quase aconteceu com o Brasil.

 

As semelhanças foram tantas.  O discurso foi o mesmo.

 

Nunca a nossa liberdade esteve tão ameaçada quanto nos últimos 13 anos.

 

Desde que o PT chegou ao poder, tudo o que aconteceu na Venezuela, ou foi implantado aqui, ou foi tentado.

 

A corrupção aqui é até maior que lá. Aqui também sofremos com o caos econômico e a violência.

 

A Petrobras teve como gestores os companheiros do PT e PMDB.

 

Canais de televisão foram ameaçados.

 

O PT tirou o direito do cidadão de bem portar arma ou até comprar uma para deixar em casa.

 

Houve a compra de parlamentares (mensalão), ou seja, um congresso submisso ao presidente.

 

Os políticos ligados ao governo enriqueceram.

 

Dilma Roussef venceu a eleição presidencial de 2014 com diferença de cerca de 1%, em uma votação realizada com as mesmas urnas eletrônicas venezuelanas da smartmatic.

 

Com Dilma no poder, o fim da democracia era questão de tempo.

 

No ultimo debate de 2014, Dilma disse que uma de suas propostas era criar uma polícia única nacional. Segundo ela, isso acabaria com a violência. Sabemos que, na verdade, a intenção era a mesma do Hugo Chaves: acabar com qualquer foco de resistência armada.

 

Devido à crise econômica, o brasileiro foi às ruas. 

 

Sentindo que seu governo e a era PT estavam no fim, Dilma tentou dar a cartada final: a decretação do estado de defesa, ou seja, o fim das liberdades constitucionais. Ela e o PT governando com o apoio das forças armadas.

 

Nossa sorte foi que, diferente da Venezuela, Dilma não foi oriunda do exército. Assim, o golpe foi evitado. 

 

Nunca o brasileiro correu tanto risco sem saber disso! 

 

(palavras em minúscula propositalmente)

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