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Re-União 2017

Louis XVI,al-Wahhab e Aloysio Nunes

April 25, 2017

 

Em 1793 foi degolado o Rei da França. No mesmo período morria, nas areias do deserto onde funciona hoje a monarquia Saudita, o primeiro radical islâmico, Ibn al-Wahhab. Uma era foi guilhotinada e outra fundada.

Em 1928, após uma breve gestação de três séculos, a pregação radical se materializou de forma avassaladora. O seguidor dos preceitos wahhabistas, nominado Hassan al-Banna, fundou no Egito a Irmandade Muçulmana; com uma proposta ultra radical: derrubar todos os governos e transformar o mundo árabe em um único califado, sob a lei da Sharia. O rapaz foi um gênio. Fundou a primeira escola para sua pregação, que se denominou “madrassa”, impondo uma única matéria, o estudo do Corão pela interpretação mais radical, definida por ele. Os estudantes das madrassas são denominados talibãs. Falei na genialidade do moço? – Aqui vai: em quatro anos, dando show de pioneirismo na arte de abrir franquias, fundou mais de duas mil  madrassas no Egito, cada uma sob direção de um Imã.

O governo egípcio se apavorou, viu que ia perder o poder, então tratou de matá-lo, o que fez em 1948. Mas o serviço já estava feito. Mata-se o homem, não suas idéias. E a ideia ficou mais viva pois entrou em cena o seu sucessor, ainda mais radical, Sayyid Qutb, que decidiu ir além e pregar a implantação da Sharia não somente nos países árabes, mas no mundo todo. Também foi preso, condenado e enforcado em 1966. Mas na cadeia Qutb sedimentou as idéias de Al-Banna, escrevendo o livro, “Sinalizações da estrada” que se transformou na bíblia do terror islâmico. Os radicais islâmicos não seguem o Corão, eles seguem cegamente o que pregou Sayyid Qutb.

Adoraria ler esse livro, mas só é editado em árabe.

 

Cheguei no Aloysio Nunes.

Para expandir o islamismo o governo saudita financia madrassas mundo afora; Europa, Estados Unidos e Brasil, são os alvos principais. Não têm pressa, e dinheiro não falta para a empreitada. A Lei de imigração que Aloysio Nunes quer impor é sopa no mel para os muçulmanos radicais. Onde entram refugiados e moderados entram também os terroristas treinados para cometer atentados.

 

Será que Aloysio Nunes não sabe disso? – Ele sabe, claro. Como sabem todos os esquerdistas. Mas há no âmago dessa gente que o Brasil deve ser entregue, deve ser destruído. Não são brasileiros, são bandidos.

Com a Lava Jato confiscando dinheiro roubado por essa tralha de políticos, fica fácil o suborno para vender nosso país. Já está na hora do MPF abrir uma nova frente de investigação, uma força tarefa denominada “Jato de Areia”.

 

 

 

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