© Todos os direitos reservados

Re-União 2017

Hora de votar para tirar do poder a mesma turma

May 8, 2017

A Moda, entre os meios liberais é, justamente, o "voto" de não votar ou votar em branco ou nulo. Um voto não muda nada. E, realmente, não muda nada. O problema é quando essa ideia espalha e atinge um número alto de adeptos. Atualmente, no processo eleitoral, vemos abstenções, votos brancos e nulos estão crescendo, eleição a eleição.

 

Isso deveria ser uma boa notícia. Mas não é. Quando separamos o dever do voto, não levamos em conta o custo que isso pode trazer para o sistema político. Especialmente quando esse público poderia ser decisivo para uma mudança de establishment político que é guinado para a extrema-esquerda.

 

Nas Eleições de 2014, votos brancos, nulos e as abstenções somaram mais de 27 milhões de pessoas de um público eleitoral de 142 milhões de pessoas.

 

Quase 20% do público eleitoral se absteve de votar, seja não indo ou não escolhendo um candidato. O resultado? O candidato da extrema-esquerda se elegeu com a MINORIA absoluta dos votos.

 

Imagine o cenário político se as abstenções fossem cortadas pela metade. Imagine que, agora, o candidato de centro-esquerda, Aécio Neves, tivesse mais 10 milhões de votos. A extrema-esquerda não teria ganhado.

 

Nas Eleições de 2016, em especial, no Rio De Janeiro, onde o número de abstenções combinadas com os votos brancos e nulos SUPERARAM a votação do candidato a prefeitura, Marcelo Freixo. Uma soma de mais de 41% do público eleitoral GERAL. Suficientes para eleger um OUTRO candidato, sem ser o Marcelo Crivella. E esse alto número de abstenções estendera-se em todo o país, nas eleições de 2016.

 

O Prêmio Nobel de Economia, Douglass North, disserta que as Instituições de uma determinada sociedade, ou as regras do jogo,  são condicionadoras, construídas pela interação humana, para a própria interação humana. Ou seja, as instituições guiam e condicionam um determinado comportamento dentro de uma determinada sociedade.

 

Quanto ao ramo político, devemos entender que o voto é um dever perante as instituições políticas da sociedade Brasileira. E os liberais sabem muito bem disso. As eleições de 2018 estão com mudanças de novos ares. Não podemos manter uma posição de "não voto" como protesto porque isso apenas beneficia a extrema-esquerda. Isso beneficia quem compra votos ou quem se sustenta mediante a um populismo mequetrefe.

 

Podemos, se mantivermos essa estratégia e, como consequência, o descaso com o dever cívico, ver um cenário em que o ex-presidente, Luís Enácio Lula da Silva, volte a ser presidente. Se mantivermos essa postura e esse alto número de abstenções, seremos DIRETAMENTE culpados pela volta dos corruptos ao poder.

 

Estamos em um período onde podemos mudar o establishment político brasileiro, dando novos ares de uma política mais liberal. E isso depende da nossa força como polo eleitoral. Não podemos nos escusar de um momento crucial para o desenvolvimento pleno das nossas ideias. Não salvaremos o mundo, mas não seremos culpados pela leniência para com nossos adversários.

 

Devemos, acima de tudo, ter a consciência de não reeleger aqueles que já estão no poder. Precisamos dar novos ares - um ar mais jovem - para o cenário político Brasileiro. Precisamos de candidatos a deputado estadual, deputado federal, governador, senador e presidente com ideias liberais e devemos os apoiar. Precisamos de uma voz, sim, dentro das duas câmaras.

 

Não convencidos? Apenas uma voz de um certo Suplente Deputado Federal, Paulo Eduardo Martins foi suficiente para desmantelar o movimento sindical alterando a obrigatoriedade do imposto sindical para uma contribuição voluntária, para quem deseja, para os sindicatos.

 

Devemos incentivar e procurar candidatos liberais para uma representação política, sim. E rápido. Podemos fazer mudanças significativas para um futuro mais prospero e livre das melancias - Verdes por fora, vermelhos por dentro - que estão surgindo. Se continuarmos nessa postura, a esquerda continuará no poder e continuará ditando a sua vida.

 

Estamos num momento de reestruturação política. Não podemos abrir mão da nossa força expressiva eleitoral para conseguirmos, sim, mudar os ares políticos. Muitos, inclusive virou moda brasileira geral, em não confiar em políticos. E não devemos. Devemos lembrar que eles são NOSSOS funcionários. Servem ao Povo. E com isso, devemos apoiar aqueles que tem isso em mente.

 

Para que o mal triunfe, basta que o bem se cale, como bem profetizara Edmund Burke. Querem que aconteça uma mudança, mesmo que pequena, significativa nas eleições de 2018? Vote, faça campanha e mude a postura de "não voto" para o "meu voto vai para o candidato X que é liberal". Não tem Candidato Liberal? Procure alguma liderança  política local e faça ela tornar-se liberal. As ideias tem uma força que não pode ser subestimada.

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque

Socialismo é estadolatria

January 23, 2020

1/10
Please reload

Arquivo
Please reload

Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square