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Re-União 2017

PSDB se atrapalha com ascensão de Bolsonaro, mas suas "estratégias" vão deixá-los ainda mais zonzos

May 8, 2017

Segundo o Antagonista, o PSDB está em clima de “barata voa” após a ascensão de Bolsonaro nas pesquisas presidenciais. Os líderes tucanos estariam, conforme a matéria, pensando nas seguintes providências:

 

a) Defender que o PSDB reconheça "erros", em especial no financiamento de campanhas, com uma defesa enfática do combate à corrupção, numa estratégia de "retorno às origens éticas e ideológicas", nas palavras de FHC.

 

b) Defender seus líderes e a política, e resgatar sua história, como a implantação do Plano Real, para se apresentar como uma "opção viável" para a superação de crises políticas e econômicas.

 

Reconhecer “erros” quanto ao financiamento de campanhas é uma capitulação à narrativa da extrema-esquerda. Na verdade, o financiamento de campanhas deve ser tudo, menos público.

 

Nada contra focar em uma defesa mais enfática do combate à corrupção, mas o tal retorno “às origens éticas e ideológicas do PSDB” devem dar em água. As origens ideológicas do PSDB já não atendem às demandas do brasileiro, que está querendo mais foco em liberalização de mercado.

 

Aécio, Alckmin e Serra estão caindo pelas tabelas nas pesquisas por representarem exatamente o “velho PSDB”. Por isso se deve questionar: retomar as “origens” é uma boa ideia?

 

Doria tem se destacado exatamente por ser uma antítese das origens do tucanismo, e o mesmo se aplica a Nelson Marchezan Jr. em Porto Alegre. Basta olhar para esses exemplos vitoriosos e notar o que o povo não mais espera dos tucanos. 

 

O que o PSDB precisa não é de um retorno às raízes, mas de uma refundação.

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