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Re-União 2017

O veneno que matará a esquerda

June 6, 2017

 

Se existe algum legado positivo da desastrada - e descarada- passagem da esquerda pela vida politica brasileira, foi sem dúvida ter transformado o brasileiro comum num observador e crítico da política.

Em 2005, ao se ver diante da assombrosa revelação de que afinal 'o pai dos pobres'e sua organização não eram nada do que afirmavam ser, o brasileiro começou a reagir, ainda que timidamente.

Lula se safou, com a matreirice e vigarice usual, no circo da corrupção que, exposto,começava a armar suas lonas no país, mas a política e os brasileiros jamais seriam os mesmos.

A evolução da tecnologia que se espalhou pelo mundo rápida e infalivelmente, transformava o cidadão comum com a enxurrada diária de toneladas de informação.

De repente, o brasileiro teve acesso ao que antes a politicalha escondia confortavelmente.

A rede Globo, hoje, dificilmente conseguiria transformar um personagem inventado em presidente,como fez com Collor em 1990. Só conseguiu a façanha porque tinha o monopólio da informação.Hoje não tem mais.

 

Washington Olivetto descreveu muito bem o país e seu povo antes da net e das redes sociais:o que se via na telinha da Globo era um paraíso inventado que nada tinha a ver com a realidade dos brasileiros.

 

Sim, a tecnologia trouxe o acesso à informação, mas não fossem as patetadas de Lula, Dilma e de toda a quadrilha que os apoiava, 2013 e a enorme e surpreendente mobilização popular não teriam ocorrido.

O cidadão finalmente apavorou o politico.

A ficha caiu, ou foi engolida. O brasileiro se politizava como 'nunca dantes na história deste país', frase de um vigarista que finalmente, assombrado, percebia que a informação era o veneno que poderia matar uma esquerda incompetente e corrupta, 'aliada do povo' apenas na fachada.

 

Em 2014, acuada pela realidade evidente -a de que a informação poderia ser usada mas não manipulada- a esquerda promoveu talvez o espetáculo mais deprimente de nossa história: a campanha suja para a reeleição do poste sem luz de Lula, Dilma Roussef. E deu no que deu.

 

Para Lula, para a esquerda, para os políticos, para os brasileiros e para o mundo, o uso cada vez maior da informação como valor precioso da manutenção da democracia é um fato irreversível-é o veneno que os matará.

 

Os tempos de ditadores de opereta como Fidel já vão longe.

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