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Re-União 2017

A ilha

July 1, 2017

Ouço de muita gente, inclusive de meu filho, que a capital brasileira, Brasilia, está no lugar errado.
Enfiada no meio do nada, dá à politicalha a sensação de viver numa ilha de fantasia, longe da desagradável realidade brasileira. Longe da massa ignara, sempre uma chatice.
E a maravilhosa sensação de impunidade em que se lambuzam.


Fosse em São Paulo ou Rio de Janeiro, argumentam, essa escória do país não ousaria sequer sair às ruas.


Verdade mais do que verdadeira.


A culpa cai sempre em Juscelino ou no arquiteto do concreto, Oscar Niemeyer, que acabaram construindo a tal ilha dos políticos no meio do nada.


A verdade é que já em 1822 um maledetto inventou Brasilia, e publicou a genial ideia de mudar a capital para o interior.

 

Mas, refletindo sobre nossa atual conjuntura, existe certo fundamento subjetivo na obra de Oscar e Juscelino.


Lugar de criminoso é no meio do nada mesmo.


O problema -e é aí que a roda pega- é quando esses criminosos, de sua ilha, controlam o país, como é nosso caso.

 

Nessa linha, uma boa sugestão seria se, numa cooperativa e esforços internacionais contra a corrupção, o Brasil alugasse a ilha de Alcatraz (que está desativada, se não me engano) de nossos irmãos do norte e lá enfiasse toda a corja política brasileira, sem exceção.


Lá, poderiam conspirar à vontade, ou se matar mutuamente, se quisessem, que ninguém ligaria mesmo.


Finalmente, quando todos desaparecessem, a ilha poderia se transformar no Museu Mundial da Corrupção, com direito à estátua de Lula na entrada e tal.

 

E finalmente o país estaria livre desses parasitas, livre para crescer e trabalhar.

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