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Re-União 2017

Reformas,reformas,reformas...

July 6, 2017

Como sempre neste País, as reformas mais prementes são meras ferramentas de campanhas políticas.

 

Sensibilizam os menos esclarecidos e levam os mais astutos a ocuparem cargos de responsabilidade perante à sociedade que fica, eternamente, à espera das fantasiosas promessas.

 

Geralmente, são exploradas a custa de fantásticas verbas publicas, rotuladas de horários gratuitos obrigatórios, que invadem as residências em horários nobres. Guiados por marqueteiros que em nada respeitam o espirito patriótico.

 

O dinheiro, cuja origem pouco lhes importa, é o seu obstinado fim. Nestas oportunidades,  trabalham com inimaginável maestria, contemplando as mais aflitas necessidades da grande massa movida a falidas ideologias.

 

Apoiados por uma expressiva parte de uma sociedade, que, à pouca ou à nenhuma cultura tiveram acesso, levam seus representantes à glória.

 

Quanto mais ignorante for o povo, mais fácil de ser conquistado pelos acenos de fantasiosas promessas. Enquanto isso, o País produtivo, o País que gera recursos paga um alto preço. Na maioria das vezes, impagáveis.

 

As ditas reformas viram subsídios para satisfazer o ego dos eleitos, que perfilam diante da mídia como salvadores da Pátria, como verdadeiros reizinhos de um pais das bananas. Vergonhosamente trocam, entre si, favores e benefícios como se tudo que os cercam lhes pertencesse, a custas dos contribuintes. 

 

As esdrúxulas leis que constroem, na maioria das vezes, só servem  para lhes garantir a eternidade em suas conquistas políticas. Suas leituras ficam ao seu bel prazer em suas bizarras interpretações.

 

Esta semana, tomamos conhecimento de que na França, diante de um Congresso Nacional recém-eleito e renovado, o presidente Emmanuel Macron, anunciou, como prioritárias em sua gestão, as reforma do Parlamento e da Justiça.

 

As medidas foram informadas em um discurso, de 90 minutos e lançou as bases para os cinco anos de seu mandato,o principal destaque foi a reforma das instituições políticas.

 

Ele pretende cortar um terço dos parlamentares, limitando suas reeleições e introduzindo uma dose de proporcionalidade no voto distrital. Também, quer extinguir uma corte de Justiça especial para autoridades públicas.

 

Diante de expressivo exemplo, que caberia com uma luva, para as nossas desgastadas instituições, o que poderíamos escolher: uma viagem à Síria, com escala na Venezuela, ou uma viagem para um mundo  moderno e desenvolvido?

 

Cabe à nossa sociedade escolher o que mais lhe convém.

 

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