© Todos os direitos reservados

Re-União 2017

A vitória silenciosa do Moro.

July 13, 2017

 

A foto do Moro com a cabeça deitada sobre a mesa depois de condenar o lula, me comoveu.

 

Ele não abriu uma garrafa de Sidra Cereser de 8 reais para celebrar.

Não foi à janela para acender um caramuru. O Moro simplesmente desabou e ficou quieto.

 

Interessante também foi a reação da maioria das pessoas.

Poucos saíram às ruas em carnaval.

 

Estávamos todos igualmente exaustos depois do veredicto dos 9 anos. E meio.

 

Nós sofremos por muito tempo, anos em silêncio, enquanto acompanhávamos a dança do lula, descalço, pulando miudinho em cima da chapa quente do Moro. Agora se queimou, hein vagabundo!...

 

A Nação suspirou de alívio, anhaaahhhhh. Dos que detestam o lula, estou na comissão de frente. Vamos agora esperar que o resto da desgraça se apresente à ele. Recursos, manobras, mais e mais aportes  de grana para a compra de juízes, causídicos, políticos... Assim continuará sendo a vida do lula, sempre regateando com os colegas bandidos. 

 

E nos intervalos dessa maratona de diálogos construtivos com tanta gente boa, talvez uns encontros com a Rosemary, aquela que até em foto cheira perfume barato.

 

Se o paraíso é dinheiro, lula, você está no paraíso! Vamos, continue queimando a bufunfa. Mas agora você sabe e acabou de ter certeza: processos, um atrás do outro, vão fazer você perder amigos, uns presos, outros na rota da Papuda.

Os Palocci da vida fizeram as contas e já concluíram: você não vale  o investimento deles continuarem levando cana - e você fora dela. Teus cúmplices, todos, vão acabar te abandonando, te delatando.

 

Mas você pelo menos ganhou uns lauréis, fora aqueles títulos de doutor honoris causa que comprou na papelaria da Universidade de Coimbra.

Você, lula, foi considerado o maior ladrão da história pela imprensa de todo o mundo. Parabéns.

 

Se eu fosse você, consideraria a possiblidade de praticar haraquiri - se não fosse pelo gesto digno que tentaria resgatar um pouco a culpa do que fez ao Brasil, pelo menos por uma razão: não ter que acompanhar a decadência melancólica do seu corpo, sua vida e sua alma.

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque

Renan Calheiros, a história de um pilantra

January 21, 2020

1/10
Please reload

Arquivo
Please reload

Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square