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Re-União 2017

O assassinato do bebê Charlie Gard

July 28, 2017

Depois de muitas batalhas judiciais, depois de ter o Vaticano, seus hospitais, governo e até o próprio Papa se imiscuindo nessa briga, depois do Presidente dos USA interceder, e do Congresso Americano aprovar a cidadania americana para o bebê e seus pais, para que pudessem tratá-lo nos Estados Unidos, os pais de Charlie se viram na desesperadora posição de abrir mão da vida do filho.

 

Ocorre que nem isso é verdade!

 

Durante os meses que durou a batalha judicial pela vida do garotinho, ele esteve numa cama de hospital mas NÃO recebeu tratamento algum.

 

Exatamente!

Foi mantido vivo com aparelhos que lhe fizeram a respiração, foi alimentado, mas NÃO FOI TRATADO. Obviamente o resultado não podia ser outro e os danos ao seu cérebro ultrapassaram em muito qualquer possibilidade de tratamento ou de melhora. Charlie morrerá em qualquer das hipóteses.

 

Se você está lendo com atenção, você já deve ter entendido, mas faço questão de dizer: CHARLIE GARD FOI ASSASSINADO! Garantiram que independentemente do resultado legal, o bebê morrerá.

 

Mas SIM, ESTA HISTÓRIA FICA AINDA PIOR!

 

Numa última batalha, os pais que conseguiram montar uma UTI residencial para que o pequenino pudesse morrer em casa, longe do circo midiático, longe das batalhas legais, e longe do hospital que “matou em vez de tratar”, mas com alguma dignidade e amparado pelo amor de seus pais, que nem sequer conseguiram para a morte as garantias mínimas que toda criança deveria ter em vida.

 

Numa  última e dramática audiência, o representante do bebê, apontado pelo Estado, juntamente com o juiz do caso, entenderam que o melhor para Charlie é morrer num “hospice”, que é um tipo de asilo onde o cuidado médico é muito reduzido.

Noutras palavras, equivale a dizer que os aparelhos que mantém o bebê vivo serão removidos e o pequeno Charlie sufocará até a morte.

 

Você está entendendo bem: o bebezinho terá uma morte horrível, será torturado, sufocado até morte.

Que não se engane quem por ventura ousar pensar que se trata de um desgraçado infortúnio! Que não se engane quem ousar acreditar que se trata de um evento isolado!

 

Tão antiga quanto as carraspanas do bêbado pai do marxismo ou dos insalubres delírios de Engels é a consciência que a esquerda tem de que precisa destruir a unidade familiar para se impor definitivamente, e para isso vem lançando mão de todo tipo de ataques.

 

Nos Estados Unidos, durante o governo Obama, Michelle Obama e Loretta Lynch disseram por mais de uma vez, que os filhos, as crianças, pertencem ao Estado e não aos pais.

 

Hillary Clinton, em seu livro (It takes a village), afirma categoricamente que o Estado deve educar e que os pais são secundários (em caso de dúvida, no mesmo livro, Hillary se declara discípula alinskiana).

 

No Canadá, através da Lei 89, os pais já perderam o direito aos filhos.

Na Noruega, a mesma que admite mais de 30 variações de gênero, em 2015, um casal cristão perdeu a guarda dos 5 filhos acusados de radicalismo.

Para entender mais sobre o por quê dessas atrocidades, nesse alarmante assunto, sugiro o rápido, porém muito bem escrito e essencial artigo de Ricardo Roveran:Família a pedra no sapato do marxismo.

 

Voltemos ao pequeno Charlie.

Foi uma batalha juducial que já estava perdida antes mesmo que se iniciasse. De um lado, contra todos, a família Gard; de outro o hospital, que não se iludam, serve ao propósito estatal; de outro o representante do bebê, que também é do Estado; peritos e consultores foram estatais; e obviamente o juiz, Estado!

 

Com uma máquina tão poderosa é louvável que os pais tenham resistido tanto.

 

Você já deve ter entendido: num momento em que a esquerda lança ofensivas contra o mundo judaico-cristão, matar esse bebezinho é um avanço, sobretudo simbólico, de que os pais não decidem sobre seus filhos, mas estão sim, a mercê do Estado.

 

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