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Re-União 2017

Futuralidades...

August 11, 2017

 

O livro de minha cabeceira é o Memórias, do Churchill. Já li inteiro. E reli. Mas costumo abrir as páginas no volume 1 ou 2 aleatoriamente, sem buscar nenhum assunto em particular. E me deixo levar. Por que essa atração? 

É que a história da Inglaterra na II Guerra Mundial é fascinante. E o Churchill conta tão bem. Nem interessa se tudo que ele diz seja 100% verdade. Auto-biografia é sempre um pedido de desculpas, uma busca de habeas corpus. 

O Churchill nos leva pela mão por entre trincheiras fumegantes, como se estivéssemos num filme. Ou seja, aquelas onde se escondem os soldados com seus fuzis de baionetas caladas ou nos entrechoques com seus adversários políticos no Parlamento inglês. Tudo é guerra.

E o inimigo da Inglaterra, dos Aliados, é o nazismo, Hitler e seu séquito de demônios. É interessante conhecer aquele ser maligno e descer pelos escaninhos do seu cérebro,  tentando compreender o que o levou às decisões que trouxeram sofrimento e morte para tantos milhões. 

Não importa quanto o Churchill tente, ele não consegue explicar o pensamento de Hitler pela ótica da racionalidade. Há uma espécie de onipotência psicótica que impulsiona o ser humano para um Holocausto, para ficar só nesse exemplo. 

Qual será o motivo dos homens se enfrentarem recorrentemente com tanta perversidade, em tantas guerras no mundo? E a inevitabilidade de que isso se repetirá enquanto o homem habitar este planeta? 

A Grande Guerra me traz para algumas outras guerras menores, em nossa vizinhança. Lula é uma excrescência de quem se pode sempre esperar o pior. Chavez, Maduro, Fidel, Che, esses personagens óbvios, todos eles tocados por uma morbidez mental indefinível. 

E além desses, os loucos não declarados, os políticos incansáveis em seu saque, que roubam não mais por necessidade - mas por alguma distorção psíquica. Algum pecado original, obra de um certo Cain. O homem odeia seu igual, mais do que o ama. Para esses inimigos, só a força das armas é o que vale. 

Vejo claramente uma guerra civil em nosso futuro, um arremedo do que está acontecendo agora na Venezuela. Temos que nos preparar, estamos tentando nos enganar imaginando que não vai ser assim, que tudo vai-se resolver na paz.

Maus, eles, contra os nossos, também maus. Sem falsos heroísmos. Sabemos, mas não queremos saber que o comunismo cubano-nazista-corruptor precisa ser liquidado, fisicamente. Com ou sem a Lei do Desarmamento. 

E gente disfarçada, sócia do Foro de São Paulo, como o FHC e tantos outros, que sejam separados da vida pública e asilados em algum nosocômio para fantasistas e doentes sociais.

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