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Re-União 2017

Quem será punido? A nova PGR Raquel Dodge ou o procurador Carlos Fernando?

August 15, 2017

Como no Brasil a situação é de “zorra total”, chegamos ao ponto em que o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa da Operação Lava Jato – e aliado de Janot, a ponto de validar o acordo de impunidade da JBS – lança um ataque à nova PGR, Raquel Dodge, que vai assumir em setembro.

 

Sobre a visita da futura PGR ao Palácio do Jaburu, em 8 de agosto, fora de agenda, com Temer, o procurador disse: “É claro que ela tem que se explicar, ela deu uma explicação, ela que deve, então, ser cobrada das consequências desse ato”. O detalhe é que em 2015 Rodrigo Janot também teria encontrado Temer fora da agenda. Sobre isso, Carlos Fernando não emitiu um piu a esse respeito. Detalhes...

 

O que está acontecendo é bem simples: sem ter leis que proíbam visitas fora da agenda, Carlos Fernando inventa uma regra de emergência para dizer que sua futura chefe “tem que ser responsabilizada”, mas não consegue nem dizer a pena para o suposto crime.

 

Se Raquel não reagir a isso, será publicamente acusada de um crime não tipificado. É claro que o procurador está agindo de maneira extremamente antiética, mas tudo isso é causado por um presidente (Michel Temer) que simplesmente não reage a ataques políticos.

 

A continuar por esse caminho, melhor que Raquel Dodge nem inicie seu trabalho, pois já está sendo humilhada antes mesmo do início das atividades. A situação chegou a tal ponto que um dos dois tem de ser demitido: ou Raquel Dodge (por ter cometido um crime) ou Carlos Fernando (por ter feito uma falsa comunicação de crime).

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