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Re-União 2017

Animal em extinção é balela. Temos os progressistas.

August 24, 2017

 

Para cada animal do reino natural ameaçado de extinção nasce dos bancos escolares uma penca de outros, que podemos identificar como progressistas.

 

Trata-se de um animal diferente, que surgiu pela união da ignorância com a ideologia. Todos somados transformam-se numa força da natureza. Capazes de fazer ventar, chover, trovoar e até explodir raios de insensatez.

 

É engraçado que os progressistas defendem os animais naturais, uma de suas bandeiras, mas não defendem a si próprios, querem a preservação dos semelhantes e são ao mesmo tempo suicidas dessa neo-espécie que formam.

 

Falo nisso mais a frente. Por enquanto vamos à semelhança da nova espécie escolar e os animais irracionais: o que é um progressista doutrinado se não um bagre, uma anta, um porco do mato bravio, uma hiena cega ou uma piranha de igarapé? Não deveria ter esquecido o burro, mas pensei, o burrinho é um animal muito simpático, de grande valia no transporte pelas longínquas estradinhas de terra, não dá coice, não agride, seria injusto parelhá-lo com um progressista só pela fama que, em comparação com muita gente que conhecemos, é imerecida.

 

Há uma vocação irracional nos progressistas inquestionável.

Peguemos uma feminista brasileira, doutrinada pelo PSOL, e um cachorro vira-lata, desses andarilhos que vagueiam por aí, despreocupado, espalhando poesia no seu trote manso, olhar vago, alheio a tudo. O vira-lata urina na rua, a progressista também; o cachorro faz cocô na rua, a progressista também.

Nesse ato puramente fisiológico dou vantagem para o vira-lata, pois o simpático cãozinho não mira seu dejeto na foto de ninguém que luta para salvar o Brasil de gente que os progressistas apoiam; além do comportamento vira-lata, a feminista ainda faz questão de confessar que o seu ato é uma necessidade ideológica e não fisiológica.

 

Ponto, então, para o vira-lata. O fato coloca a feminista em posição inferior ao nosso herói. É justo que a atitude feminista dê ao vira-lata o crédito de herói. Esqueci de lembrar que já vimos publicado progressistas andando de quatro, também. E mais, ainda não vi e desafio quem tenha visto atitude pública de um vira-lata que o exponha como um progressista.

 

O vira-lata é livre, não se atrela a nenhum dogma ou ideologia, ninguém faz a cabeça dele. É lícito, portanto, considerar que os progressistas precisam evoluir para se fazerem parte do mundo  onde se instala o vira-lata. Mais um ponto para o cãozinho. 

 

Cheguei no progressista suicida.

O progressista é um animal muito doente da cabeça, porque são autodestrutivos. Não há no reino animal um único exemplo de masoquismo tão íntegro. Os quadrúpedes procuram se manter o mais distante possível dos seus predadores, os progressistas fazem o contrário. Trata-se de uma espécie que nasce cavando a própria sepultura. Por mais idiota que seja, uma espécie tem que se auto-preservar, se manter longe dos seus predadores.

 

Querem exemplo, né? Vamos lá; o ídolo de Jean Willis é Che Guevara, assassino de quase todos os Jean Willis de Cuba. O deputado é um símbolo progressista do PSOL, o ídolo dele é seu predador, mas ele acha que é amante espiritual. Está claro que os progressistas não querem a sobrevivência da espécie. Felizmente. Deveriam então parar de encher o saco, parar de tentar destruir a Sociedade brasileira. 

 

Cheguei no progressista mor, no suicida real, o Papa Francisco. Com sua saia imaculada, o representante do deus católico (há muitos deuses pelo mundo) acaba de dar boas vindas, novamente, aos predadores dos cristãos. Depois do atentado terrorista em Barcelona todos os fiéis viraram-se para o Papa e, como filhotes de passarinho, abriram a boca esperando como comida a reação papal.

 

Ela veio. O seu Francisco disse que os muçulmanos devem ser recebidos com boas maneiras. Sei não, acho que há uma semelhança muito clara entre os Jeans e os Franciscos. Ninguém é suicida sem uma força interna dispersa da vontade de sobreviver.

 

Antigamente os Papas eram generais que iam na frente dos seus exércitos. O que podemos dizer do papa de hoje, não o coloca na categoria de líder que defende a sua espécie. É um progressista que, já velho, renasce em uma neo-espécie, já de quatro para seus predadores.

 

Temos, então, uma nova espécie de animal para compensar os que estão em risco de extinção. Mas esse novo animal é muito esquisito. Prefere destruir a Sociedade e a ele próprio.

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