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Re-União 2017

No Tinc Por

August 28, 2017

 

"No Tinc Por", em catalão, significa "Não temos medo".
Esse foi o tema da grande marcha em Barcelona, ontem, onde 500 mil pessoas saíram ás ruas contra o terrorismo.
Hoje, foi confirmada a décima sexta morte no atentado.


A grande marcha foi liderada pelos moradores da região, representantes da polícia, bombeiros e equipes de resgate que participaram da ação nos ataques terroristas em Ramblas e em Cambrils.


O recado da manifestação foi também o do "não à islamofobia", com a participação de membros da Comunidade Islâmica da Espanha que caminharam ao lado do rei Felipe, do primeiro ministro e do chefe de governo regional da Catalunha. Algumas mulheres, ao lado do rei, usavam hijabs.

 

O não à "islamofobia" (e a todas as fobias) é uma mensagem que mais do que nunca precisa ser entendida pelo mundo.


Condenar uma raça inteira por atos cometidos por criminosos, por mais graves que sejam, é de uma estupidez espantosa e só serve aos que alimentam a divisão, o preconceito e o conflito em seu próprio interesse.


Não fosse o racismo, por si só lamentável em todos os aspectos, alimentar o preconceito ignorando que existem no mundo terroristas de todas as nacionalidades é pior ainda.


Ora, o que dizer dos terroristas que Fidel Castro espalhou pelo mundo, e especialmente no Brasil, a partir de 1964?
Dilma Roussef, a "guerrilheira", por exemplo, participou de atentados terroristas por aqui, ações que resultaram em mortes e assassinatos.


Seria lógico condenar todos os irlandeses pelos ataques terroristas do Exército Republicano Irlandês, o carniceiro IRA?


Ou todo o povo colombiano pelas ações violentas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, as FARC?


Não se condenam colombianos ou irlandeses, mas os muçulmanos sofrem, em todo o mundo, uma discriminação enquanto povo. 
Basta observar que as maiores vítimas do terrorismo no mundo são o Iraque, Paquistão, India e Colômbia, segundo a GTD (Global Terrorism Database). 
São as primeiras de longe. O maior dano causado pelo terrorismo islâmico é contra seu próprio povo.

A convivência entre muçulmanos e ocidentais, como querem alguns extremistas, está longe de ser impossível.


O Brasil, inclusive, é prova disso.
Meu avô, italiano, aqui no Brasil teve por amigos durante toda a vida sírios, libaneses, árabes, judeus...grandes amigos, sem conflito algum.


Alimentar o conflito, a ausência de solidariedade e a divisão entre os povos é prática comum, historicamente, de sociopatas ávidos por poder.


Sociopatas como Idi Amin Dada, Adolf Hitler, Mussolini, Hugo Chavez, Nicolás Maduro e Lula, doentes mentais que fazem do preconceito sua maior arma.

 

O uso de "bandeiras" para fomentar o conflito e o preconceito também é típico. Os muçulmanos usam a religião, Lula usa a porca ideologia do "sul contra o norte", ou dos "pobres contra ricos", e no frigir dos ovos dá tudo na mesma.


O controle rígido da imigração defendido por Trump, portanto, é mais do que nunca necessário. Para proteção, inclusive, dos próprios imigrantes, sejam de que naturalidade forem.

 

Um dos benefícios trazidos pela Marcha de Barcelona, ontem, foi o de transformar a sobrevivência de tiranetes sociopatas como Lula e Maduro cada vez mais difícil.


Já não há lugar para eles neste mundo, exceto ao lado dos terroristas e da escória.

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