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Re-União 2017

A tragédia que ninguém reparou no caso envolvendo Clara Averbuck

August 29, 2017

Hoje eu conversei com um motorista de Uber a respeito do caso da denúncia de estupro feita pela Clara Averbuck.

 

Vale lembrar que ela não registrou B.O., o que está levantando as suspeitas de muita gente. Há quem diga que é fanfic, podendo estar relacionado a sadismo puro - no intuito de destruir a vida de um trabalhador humilde que dirigia o Uber, impedindo-o de trabalhar - ou busca de se promover para lançar algum trabalho editorial no futuro. E, claro, existe a hipótese de um estupro de fato. 

 

Não tenho informações para avaliar quem é culpado ou inocente, mas temos os reflexos sociais de ocorridos deste tipo.

 

Voltando ao diálogo com o motorista do Uber, nota-se que o clima ali é de medo. Ele comentou que o medo de ser vítima de uma falsa acusação de estupro é generalizado entre os motoristas.

 

Conversamos sobre o politicamente correto, responsável por isso. (Nesse caso, ele nem tinha muita noção do processo, que não conseguia entender direito e nem as motivações por trás deste tipo de metodologia)

 

A certo momento comentei sobre o uso de câmeras no carro para se assegurar de que não sofreria uma falsa acusação de estupro. Ele lembrou do risco de violação de privacidade alheia. Aí sugeri uma câmera que focasse especificamente o motorista, sem capturar imagens dos passageiros. Ele comentou que essa ideia é excelente e disse que ia pensar nisso.

 

O que temos hoje é isso: os proletários (de acordo com a teoria de Marx) estão sendo esmagados por uma elite que transferiu as guerras de classes para outras esferas ainda menos legítimas do que às do marxismo original.

 

Como resultado, motoristas do Uber estão com medo de serem esmagados por pessoas como Clara Averbuck, que pertence à uma elite. De novo não estou entrando no mérito do caso, mas sim do medo hoje presente na alma de muitos trabalhadores proletários, temendo receber falsas acusações de estupro, tenha ela feito uma ou relatado um estupro real. 

 

Em vez de reagir imediatamente à Clara Averbuck, atacando-a (quando não possuem todos os fatos em mãos), é importante focar em todas as vítimas desse processo. Assim como pode ter existido uma mulher estuprada, existem muitas pessoas humildes com medo de sofrer falsas acusações estupro.

 

É importante conversar com essas vítimas do politicamente correto e explicar o que está esmagando-as. Se a denúncia de Clara Averbuck não é falsa, é também um fato que hoje há um sem número de falsas acusações de estupro. 

 

Isso está destruindo vidas de pessoas humildes e precisamos levar essa discussão adiante. Se aqueles que destroem vidas dos outros a partir do politicamente correto são os maiores sádicos da atualidade, nós temos que proteger essas vítimas. 

 

Se a esquerda é aquela que decidiu destruir milhares e milhares de vidas por puro sadismo ao usar o politicamente correto, somos nós que devemos que defendê-los e apresentar-lhes alternativas eleitorais. 

 

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