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Re-União 2017

Submundo

September 11, 2017

 

O submundo existe.

Frequentemente, escutamos seus ecos.

 

O mais recente é a mostra de "arte" do Santander, repudiada pelo público em geral, cujos estômagos se revoltaram com a grosseria

das "obras", pura panfletagem destinada a fazer barulho.

 

O submundo está aí.

 

Seus habitantes mal sabem que rastejam numa zona cinza e pastosa,

por simples falta de sensibilidade mesmo. Para eles, o mundo real é aquele.

Não lhes falta, eventalmente, educação formal. E nem é o caso.

O que lhes falta é espírito. Sua visão é limitada pelo embotamento

puro da necessidade mais elementar em todo o ser humano: a

vontade de evoluir, saber, conhecer.

 

Evidentemente, não se evolui sem esforço, nesse caso. 

 

O que complica e muito a vida dos habitantes do tal submundo, já que são

vagabundos natos e indolentes.

Não se trata de amealhar grana, o que para eles é igual à evolução, e a única 

que conhecem. 

Nisso são bons e eficientes. Especialmente roubando, como se sabe.

 

Como resultado, defendem qualquer excremento como sendo "arte".

Confundem barulho, que chama a atenção da mídia e dos vizinhos irritados,

com música. Confundem malucos como Paulo Freire com literatos.

Confundem exercícios técnicos sem alma alguma com "pinturas geniais".

Exercícios técnicos não tem nada a ver com arte. 

 

Conheci técnicos que desenhavam e pintavam primorosamente e não produziam nada que prestasse sózinhos.

Porque lhes faltava algo fundamental: conteúdo, alma, riqueza interior.

 

O que, repito, nada tem a ver com educação formal.

Nem com considerações sobre arte com conteúdo ideológico, argumento de

estimação das "vítimas do preconceito". 

Fosse assim, Guernica de Picasso,obra prima com esse conteúdo, não seria 

genial como é. Ou obras de Velazquez, Goya... 

 

Mas não são o que são por ignorância apenas, nem poderia.

É vagabundagem intelectual mesmo.

Pensar dá trabalho, evoluir mais ainda. Requer tempo, dedicação, coragem.

Tudo o que falta a esses habitantes, rodando faceiros em seus carros

escutando "música" que parece ter saído de uma latrina.

 

Como a prepotência é filha da ignorância e da estupidez, defendem com

unhas, dentes e anus seus "conceitos", onde qualquer coisa é arte, qualquer 

peido é música.

 

Francamente, cansei de ouvir idiotas defendendo esse ponto.

Tudo é justificado por eles com expressões como "estado laico" e outras asneiras, que mal sabem o que significa.

 

Como artista plástico, nem me interessei em ver muito dessa mostra do 

Santander,nem quero. 

Por não ter nada a ver com que faço, nem o que fazem os verdadeiros artistas que conheço e exercem seus trabalhos.Por ser confortável, convenientemesmo, e por estimular a preguiça e  a indolência intelectuais, essa pasta cinzenta do submundo se espalha como uma praga, 

e vai impregnando com seus 100 tons de cinza todo e qualquer segmento da sociedade.

 

Registro disso é um banco, o Santander, atuando como o eco desse submundo.

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