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Re-União 2017

1964 em 2017

September 21, 2017

 

A intervenção de 1964, que resgatou o Brasil de um regime comunista quase instalado, não foi tarefa fácil, vamos aos fatos:

 

João Goulart, que também não fora eleito presidente, mas Vice na chapa de Janio Quadros, e assumiu a presidência com a renúncia do homem da vassoura, tinha tanto apoio nas Forças Armadas que, se fosse hoje o povo brasileiro estaria em pânico.

 

Jango era apoiado pelo comandante do Terceiro Exército/RS, Gal. Ladário Teles, tinha apoio total do comandante do Segundo Exército/SP, Gal. Amaury Kruel. Apenas o Primeiro Exército/RJ não deu apoio explícito a Jango, mas formavam com ele vários generais de comando no Rio de Janeiro. Com tanto apoio nas Forças Armadas, não entendemos como o levante de 1964 derrubou o golpe comunista em menos de 48 horas.

 

A explicação é simples, dentro do Exército a hierarquia é sagrada, mas quando o interesse do Brasil e a democracia entram em risco prevalece o que deve prevalecer. Não fosse assim o PT teria feito com nosso exército o que Hugo Chaves fez com o exército da Venezuela. A ditadura comunista venezuelana é militar.

 

Vamos aos "ins and outs" da Intervenção de 1964.

 

No auge da crise política o General Oromar Osório, comandante da Vila Militar do Rio de Janeiro, janguista de cabresto, deu uma de macho e ameaçou botar sua tropa na rua para abafar a intervenção; na realidade, revolução, como os militares dizem; a ameaça de Oromar não foi bem assim, dentro da tropa também há oficiais que, se não compactuarem com um golpe, o comandante perde a liderança, não tem golpe. E a sustentação de João Goulart no poder era um golpe comunista na democracia brasileira.

 

Oromar foi instado a botar sua tropa na rua, como quem diz, "mostre que você é macho", o general janguista amarelou, então o general Moniz de Aragão, foi lá e o prendeu. Esse foi o sinal para que outro general oficializasse o levante contra Jango e abafasse o golpe sob comando e financiamento da Rússia.

 

Atenção, vejam o nome do general; o levante partiu de Minas Gerais, com o General Olympio Mourão, que botou sua tropa na estrada a caminho do Rio de Janeiro.

 

Houve uma reação natural contra o levante, o governo mandou que tropas do Rio fossem ao encontro da tropa do General Mourão, e na estrada, antes do confronto, chegou uma ordem para que não houvesse reação.

 

O Ministro do Exército, General Jair Dantas Ribeiro, que tinha a obrigação de defender o governo, tratou de ter uma doença, largou o comando e se instalou num hospital.

 

Quem nas Forças Armadas estava a favor de Jango acabou se recolhendo e abrindo caminho para os generais que não aceitaram um regime comunista no Brasil.

 

É assim que funciona no Exército, e os bolivarianos pensavam que poderiam dominar tudo, inclusive as Forças Armadas. Nem chegaram perto. Aparelharam toda a grande imprensa, ocuparam todos os cargos públicos até o terceiro escalão, fomentaram um exército de militantes com 17.000 sindicatos, aparelharam os órgãos de Justiça, mas perderam onde tinham que perder.

 

A situação de hoje é muito mais fácil de ser resolvida, não há comandantes alinhados com Temer, nunca teve um alinhado com Lula ou Dilma. As Forças Armadas sabem muito bem o que é preciso ser feito para que o Brasil deixe de ser amolado por ditadores comunistas, basta uma intervenção nas Instituições corrompidas para acabar com a farra do boi; Foro de São Paulo, quadrilha do STF, magistrados do tipo Janot que protegem a bandidagem e políticos corruptos, quem tiver que ser preso, será.

 

As Forças armadas estão agindo, sim, caso contrário a Lava Jato já estaria enterrada.

 

 

O grande acontecimento recente, que me leva a crer que a democracia se instalará forte no Brasil, foi o grito do General Mourão. Um Mourão deu o grito do Ypiranga em 1964 e seu herdeiro repete o eco em 2017.

 

Os petralhas, pilantras profissionais que exigem punição do General Mourão, incluindo o Ministro da Defesa, Jungman, não sabem nada de nada.

Eles pensam que ainda podem transformar o Brasil em Cuba. Vão todos para o saco.

 

 

 

Repriso o episódio com Dilma, quando ela tentou dar um golpe pedindo ao Comandante das FFAA que decretasse Estado de Direito, que daria plenos poderes ao governo para sustar o processo de impeachment. A resposta do General Villas Boas e seus comandados foi clássica, a saber, "As Forças Armadas cumprem ordens do Presidente da República, obedecem a Constituição, mas se receberem uma ordem absurda, as Forças Armadas

 

 

prendem o autor da ordem". Dilma engoliu seco, viu que a vaca tinha ido pro brejo, e teve vergonha de divulgar o resultado da "ordem" que deu, mas vazou.

 

Os petralhas morrem de ódio, mas é assim. Brasil não é Venezuela. Nem será.

 

Vamos continuar batendo firme, apoiando as Instituições que funcionam, e metralhando o STF e o Foro de SP até a morte.

 

E salve o General Mourão, herdeiro do Mourão de 1964.

 

Divulgar é combater. 

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