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Re-União 2017

Alienação,conivência,efeito de drogas?

September 25, 2017

 

Como pode o carioca sequer pensar em dançar, seja no Rock in Rio, seja no Carnaval? A situação é de uma guerra civil: de janeiro de 2014 a junho deste ano quase 500 mil munições foram apreendidas. O equivalente a 430 balas por dia, ou uma para cada habitante. Fora as que não foram, a grande maioria. Os dados são da SSP.

 

Alienação, conivência, efeito de drogas? O que justifica à inércia da população?

 

A munição farta facilita a ação contra a polícia e a guerra das quadrilhas entre si. Entra pelo tráfico nas fronteiras. O que ocorre na Rocinha, ocorre em outras favelas, com menos evidência.

A população local é conivente com os traficantes, seja por conformismo, medo, ou receber favores. São inúmeros e incontáveis os "soldados do crime".


Enquanto escolas públicas e creches  permanecem fechadas por medo dos tiroteios, 2500 alunos na Rocinha, por exemplo,  ficam sem ter aonde ficar. Enquanto isso esta "escola do crime" dia à dia  recebe mais adeptos menores de idade, deslumbrados por facilidades ofertadas: dinheiro, sexo e drogas.

 

Tudo junto e misturado com mais Poder...

 

E este parece ser o único futuro que os jovens favelados vislumbram pela frente. Nada mais  é oferecido em troca por um governo omisso e ausente. Empregos rareiam, e os que os tem muitas vezes não recebem o devido.


A ocupação pelo exército e policia militar tende a ser temporária e não resolve o problema em si. Drogas e fuzis são apreendidos, mas o Tráfico  já arregimentou moradores de outras favelas para abrigarem a si mesmos, drogas e armamentos numa corrente do Mal.


O que ocorre não é somente no Rio, em outros estados também, só com menos evidência por serem maiores. Governos locais, como o de SP, fecham os olhos e fingem não ver o que se passa na "periferia".


Num pronunciamento na semana passada um general  alertou para o fato que o Brasil é um dos países mais ambicionados a ser dominado pelo Tráfico internacional. Seja por suas inúmeras e extensas fronteiras, acesso livre ao mar, imensa população vista como mercado  consumidor de drogas e mesmo as suas riquezas naturais. Sem contar os inúmeros políticos eleitos  e pagos por este, que facilitam à sua ação e são mesmo candidatos à presidência da república...


Até quando resistiremos se não enfrentarmos com vontade e seriedade  este grave e mortal problema?

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