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Re-União 2017

Por que o MBL não faz nada agora?

October 2, 2017

 

Ir para as ruas exige uma orquestração de grupos que falam para milhões.

 

Para o processo de impeachment houve essa orquestração, comandada pelo MBL e adesão de outros grupos até a massificação popular.

 

Talvez o que vou dizer fira algumas pessoas mas é necessário que o diga.

Por que o MBL não se engaja no movimento para que os militares acabem com a bandidagem reinante?

 

Por trás de todo movimento popular orquestrado há alguma coisa além do interesse genuinamente popular. Basta olhar pra trás e ver onde foi parar Lindberg Farias, um intruso que não comandou nada mas soube aparecer e tirar proveito das passeatas de caras pintadas.

 

Foi um futuro Collor ajudando a derrubar Collor. Lindberg apresentou-se em nome da UNE e nem estudante era, nascia ali mais um bandido oportunista.

 

O processo de impeachment da Dilma lançou no cenário político o MBL, e o japonesinho sabe muito bem que já está eleito deputado em 2018, com direito a escolher se estadual ou federal.Seu companheiro Fernando já é vereador.

O povo sempre vai atrás desses "líderes" de movimento, em nome da boa causa do momento.

 

É nossa função como observadores analisar o comportamento dessas figuras.

 

Como o MBL não se coça neste momento crucial para que as Forças Armadas acabem com a pilantragem disseminada nos três poderes em Brasília, cabe questionar essa atitude.

 

Tenho todo o direito de duvidar do japonês, e acho que ele está cometendo um grave erro. Já sei que vão responder que não querem um governo militar, eu também não, mas é exatamente por isso que precisamos apoiar os militares. Que as Forças Armadas vão limpar o Brasil eu não tenho dúvida, e a atitude posterior dos militares vai depender de quem apoia ou não. Se o povo for para as ruas e impulsionar a intervenção com objetivo claro de cassar, julgar e prender todos os bandidos, isso será feito. E em 2018 teremos eleições limpas.

 

Esse é o objetivo do povo brasileiro. Mas se os grupos do tipo MBL não fizerem nada, os militares estarão mais comprometidos com os intervencionistas que querem governo militar do que com o povo que não se uniu pela limpeza geral.

 

O que penso do MBL e seus paradigmas é que eles preferem que continue do jeito que está, sem intervenção, pois a eleição já está no bolso, e quando forem eleitos em 2018, o Foro privilegiado já não será algo inaceitável, pelo contrário, será bem conveniente, assim como toda a mordomia que aquinhoa os políticos.

 

Peço que alguém faça com que este texto chegue ao MBL e outros grupos. Quero ouvir deles a desculpa para o não envolvimento em algo que 90% dos brasileiros querem que aconteça. E o Brasil precisa.

 

Afinal, o que é mais importante, o futuro do Brasil ou uma oportunidade de ser eleito e passar a conviver com bandidos que combateram antes?

 

Se não se empenharem pela Intervenção, depois não poderão reclamar caso seja implantado um governo militar. Esse governo sofrerá ataques terroristas como aconteceu em 1968 e terá que continuar no poder.

 

O objetivo é sacramentar eleição limpa em 2018, assim os esquerdopatas não terão do que reclamar ou do que sobreviver. Por isso é compulsório que haja uma intervenção agora, com apoio total do povo.

 

Mas ir às ruas exige uma orquestração de grupos que falam para milhões, e descompromissados com o próprio interesse.

 

Só quem é realmente patriota defende a intervenção.

 

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