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Re-União 2017

O marimbondo Sir Ney

October 4, 2017

 

O Sarney é uma espécie de defunto em pé. Sempre com aquele sorriso parlamentar, enforcado numa gravata. A última foto memorável dele foi num avião junto com outros ex-presidentes ainda vivos. Balancei a cabeça, em desalento, ao vê-los. Meu sentimento, naquela hora, não foi nada cristão. Imaginei que se aquele avião caísse, nada se perderia.

 

Agora, numa outra foto, vejo o velho Sir Ney batalhando por uma pensão de mais de 70 mil. Para que? Quanto tempo ele acha que tem para gastar essa aposentadoria que dava para sustentar uma dúzia de conterrâneos, empobrecidos pelas manobras dele e de sua família? Ele já não está rico o suficiente?

 

Eu gostaria que as fotos dele fossem borradas em preto, camuflando seu rosto, para eu não ser pego desprevenido e ter de vê-lo outra vez, contra minha vontade.

 

Por que detesto tanto esse personagem? Devo ter acumulado muitos motivos, que joguei fora da cabeça. Sabe alguém que faz mal lembrar? Então não quero fazer a promotoria dele, que São Pedro abra seu Livro de Pecados, quando chegar a vez desse maléfico personagem e o mande descer de elevador lá para baixo, onde moram as almas penadas.

 

Última foto: o palácio governamental, onde habitava sua filha e seu genro, duas almas "honestíssimas." Bem nas redondezas de seu palácio, milhares de casas sobre palafitas, em vergonhoso contraste social.

 

O Maranhão é um estado cafetão da Federação. Rende insignificâncias e vive das esmolas obrigatórias de estados como São Paulo. Os paulistas, se dependessem de sua vontade, separariam nosso estado do Maranhão, hoje ainda servindo de repasto para urubús, políticos alinhados com ele.
Que estimulam a idéia do separatismo, o Maranhão lá e nós aqui. Bem longe.

 

Um ato de benemerência para o Maranhão seria a dinastia dos Sarney sumir do mapa e nunca mais voltar em um dia de tufão Irma, sem nenhum aviso prévio.

 

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