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Re-União 2017

O ditador que assassina seu povo

October 8, 2017

 

Quando, horrorizados e perplexos, olhamos para a tragédia de Minas, causada por um louco desequilibrado, é quase impossível imaginar essa tragédia potencializada, estendida a todo um povo, a crianças, adultos, idosos, todos.


E pior, pavorosamente pior: é uma condenação à morte lenta, por inanição pura e simples, por doenças, e muitas vezes pelas armas de um sistema podre e incompetente que quer manter seu domínio sobre um povo a todo custo.
É inimaginável, mas essa monstruosidade existe.


Se chama Nicolás Maduro.

Um trecho a matéria da Época:
"Ninoska Torrealba, de 50 anos, acompanha seu neto Alenxon Gomes, de 5, em sua agonia no Hospital de Niños J.M. de los Ríos, em Caracas. Pernas finas, cabelo curto, ele deveria estar brincando, não naquela cama. Suas varizes no esôfago poderiam ser curadas com uma cirurgia. Mas o hospital não tem o kit básico para a operação. O rompimento dos vasos poderia ser tratado com remédios, mas eles não estão disponíveis. Ao menos as dores poderiam ser aliviadas com analgésicos; mas estes também não existem nas farmácias. Alenxon sofre de algo plenamente curável, como sofria um doente há 100 anos, apenas porque vive na Venezuela". 

Maduro é uma aberração.


Pior, infinitamente pior do que o louco da creche em Minas.
E está vivo, infelizmente.


Não morre com o povo que condena à morte.

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