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Re-União 2017

Para que serve a ONU, mesmo?

October 16, 2017

 

A ONU – Organização das Nações Unidas, criada em 1945, com sede em Nova Iorque, constitui uma organização intergovernamental formada por 193 países, que juntos ( segundo seus estatutos) devem promover  a segurança, a paz mundial,  os direitos humanos, o desenvolvimento econômico e a proteção do meio ambiente.

 

A entidade internacional é subdivida em Órgãos, Conselhos e Comissões para que seus objetos de proteção e defesa atuem de acordo com suas atribuições e matérias.

 

Todos sabemos que vivemos tempos sombrios, em que o bizarro e o medonho tomaram conta do mundo. A ONU na mesma direção desempenha papel importantíssimo na condução da bizarrice mundial atual.

 

Não é novidade para ninguém que a ONU há décadas abraçou a ideologia marxista e adotou o islã como a religião modelo a ser seguida em caráter universal. Estes dois propósitos dirigem suas ações .  Assim, seus interesses acabam por conseguir um resultado diametralmente oposto daquele que em tese deveria alcançar.

 

Neste sentido, ela é responsável por resoluções absurdas, desonestas e que nada mais fazem do que fomentar as conhecidas desgraças promovidas pelo socialismo e pelo islamismo – hoje de mãos dadas e recebendo as bençãos desta organização intergovernamental que de forma descarada vêm atacando os valores ocidentais da cultura judaico-cristã e tentando de todas as formas eliminá-la dos países democráticos, que assim se tornaram  apenas em virtude dos pilares dessa valorosa cultura que proporcionou o  desenvolvimento da humanidade.

 

O último escândalo da Unesco, um de seus órgãos  foi  votar uma resolução dizendo que não existe ligação ou relação entre judeus e Jerusalém e esta com o Monte do Templo. Sim! Segundo os iluminados da ONU, “a Jerusalém de Israel não tem ligação com os judeus”! Aliás, Israel – seu desafeto declarado – há muito vem sofrendo com a perseguição da ONU que nada mais faz do que mostrar seu antissemitismo. Em apenas um ano votaram 20 resoluções contra o Estado de Israel e apenas três contra o resto do mundo. É cediço  que o país sofre há décadas com o terrorismo palestino e apenas por  exercer seu sagrado e legítimo direito à defesa passou a fazer parte da lista negra da ONU, não importando a ofensa sofrida ou sua motivação. Pela ONU, Israel não teria o direito de se defender dos ataques terroristas. É sempre acusado como o autor de  toda e qualquer atrocidade enquanto seus algozes ganham cadeiras cativas na entidade ou são aclamados como núncios da paz.

 

O cinismo é tamanho que a ONU recentemente nomeou para seu Conselho de Direitos Humanos, o saudita Faisal bin Hassan Trad. Para quem não sabe, a Arábia Saudita não conhece o teor das palavras “direitos humanos“. Lá mulheres não possuem  nenhuma proteção, não são passíveis de direitos( não têm permissão sequer para andarem sozinhas nas ruas do país, ou estudar), sendo usadas meramente para procriação. Gays são executados em virtude da opção sexual. Cristãos são perseguidos e mortos por sua fé em Cristo e mais uma gama de absurdos pré-primitivos que sob qualquer ótica inviabilizaria a nomeação do saudita para tal cargo. Mas saiba: Israel merece ser condenado por alguma coisa.

 

Não temos notícias de resoluções contra países que adotam a lei da Shariah e praticam barbaridades contra civis. Não temos notícia de desagravos contra ditadores africanos e árabes que levaram seus países a conflitos, mortes e aos mais diversos genocídios. Também não ficamos sabendo de quaisquer resoluções no sentido de se condenar a perseguição aos cristãos no Oriente Médio e África que culminam na morte anual de mais de 1oo mil pessoas. Se existem, ainda, não divulgaram resoluções contra o famigerado regime norte-coreano. Não tivemos notícia de qualquer pio da ONU, quando o líder supremo do Irã declarou que varreria Israel do mapa, ameaçando o Estado judeu com armas nucleares. Mas saiba, Israel precisa ser advertido.

 

A lista de obscenidades desta instituição é enorme. Em 2015,  a FAO( Conselho das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação ) condecorou ninguém menos do que o tiranete   Nicolás Maduro por seus edificantes e exitosos esforços no combate à fome na Venezuela. Ora! É de conhecimento público que este protoditador fez exatamente o contrário no país: distribuiu de forma igualitária a miséria e a fome generalizada( 87% dos venezuelanos não possuem mais acesso à uma alimentação decente). O país recentemente ganhou as manchetes mundiais com a notícia de que lá estão a comer cachorros, gatos e pombos tamanha a penúria do povo. Mas saiba, Israel deve ser repudiado por algum motivo.

 

A ONU não se preocupa com sua reputação por um motivo muito simples; ela não tem mais reputação. A organização se tornou uma instituição  desconceituada e fiel aos interesses panfletários da esquerda internacional e da religião islâmica. Estamos vivendo um momento deveras tumultuado com relação à geopolítica mundial, e ela, ONU está se portando se forma desprezível e desonesta – incapaz de representar anseios mínimos em direção à paz ou a qualquer melhoramento mundial.

 

Ela está mais preocupada em emitir resoluções ridículas e escandalosas contra o único país democrático do Oriente Médio. Ela está mais preocupada com a sexualidade alheia e colocá-la no rol do ativismo político. Ela está mais preocupada com destruição do cristianismo. Ela está mais preocupada em ignorar deliberadamente os genocidas e tiranos,  que faz de conta não existir ou os condecora de maneira a se tornar indigna  de credibilidade.

 

O ONU em sua atual linha de atuação não serve para nada! Caiu no descrédito público e no máximo será motivo de indignação e revolta.  Ávida em combater o capitalismo no conforto e luxo de suas sedes em Nova Iorque, Viena ou Genebra, ela se tornou apenas um cabide de empregos representativos da aliança islamo-marxista, aquela que quer acabar com todas as garantias democráticas que o ocidente conhece para dar lugar à “religião da paz“ e ao modelo do paraíso socialista na face da terra.

 

A ONU não deve mais ser causa de qualquer  indignação, a indignação deve ser apenas por ainda acreditarem nela e em seus objetivos.

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