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Re-União 2017

A contaminação jornalistica

October 19, 2017

Uma boa briga purifica o ar. Foi o que aconteceu com todos nós durante a campanha do impeachment da Dilma.

 

Voltando um ano e inventariando nossa lista de amigos no Facebook não mais encontramos quem defende um Brasil entregue para o PT.

 

Atualizando o inventário, não mais encontramos quem defende o PSDB. Só encontramos quem defende o Brasil. Nosso ar está mais puro. Sei que temos alguns enrustidos, mas quem se esconde decreta a condenação própria, e, camuflado, não consegue poluir a atmosfera.

 

Mas há os que dependem de uma postura para sobreviver. E só isso pode explicar porque jornalistas defendem o fim da carreira deles; ou eles são tão burros que não enxergam isso? Há por trás de quem defende Lula e sua quadrilha uma ignorância profissional difícil de entender. 

 

No bojo ideológico só há um objetivo, o poder absoluto de uma Cuba, referência de comunistas insignificantes (pleonasmo, redundância).

 

E o que acontece quando um poder absoluto se instala? - Morrem as liberdades. E morrendo as liberdades, morre a imprensa. A imprensa é a primeira vítima de uma ditadura, comunista ou de direita. Por isso defendo tenazmente uma intervenção com objetivos claros de eliminar a ambição comunista de poder e aniquilar o suporte do STF aos bandidos, mas não quero que se instale no Brasil um governo de exceção (sempre me encasquetei com exceção não ser excessão, aceito sob protesto), sem respaldo nas urnas ou data para terminar.

 

Bem, basta analisar o que pulula pela imprensa para constatar que Nelson Rodrigues, novamente, não errou na profecia, o mundo será dominado pelos idiotas. Acho que ele referiu aos jornalistas.

 

Em casos específicos podemos compreender um Ricardo Boechat, que ora está trepado no muro, ora está lá, ora está cá. Ele tem um emprego que vale a pena tais malabarismos estrábicos.

 

Compreendo também alguns jornalistas da Globo com seus salários de marajá, sem justificativa. Se alguém tiver argumento para me convencer que ler um texto na bancada do JN vale 500 mil de salário, por favor me alivie dessa dúvida. Um âncora de telejornal vale o que pesa, digo, o que pensa, mas um locutor, não. O âncora escreve a notícia e dá opinião, e sabemos que na Globo locutor do JN não opina, é proibido. No caso de William Bonner, graças a deus, imaginem as opiniões dele.  Há mais alguns que se justificam como parte de uma engrenagem que obedece interesses do patrão. Mas e o resto?

 

Jornalistas militantes, cheguei neles. Se fossem ideológicos estariam no partido, não num emprego em que lutam para que seja temporário. Os jornalistas que defendem o regime comunista, se tivessem um mínimo de inteligência saberiam que o sucesso deles acaba com a fonte de emprego de todos.

Mas essas bestas vivem de um momento chulo, o emprego sem respaldo moral ou racional.

 

De qualquer jeito, todos vão acabar, uma democracia de verdade também não privilegia idiotas.

 

Lutemos, então, pelo resgate da Educação, para que acabe essa tralha instalada na imprensa. Em resumo, esses pseudo jornalistas não têm futuro. Em regime nenhum.

 

Que acabem contaminados pelas bactérias das bundas que lambem.

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