© Todos os direitos reservados

Re-União 2017

A eleição austríaca

October 22, 2017

O chanceler austríaco eleito é um jovem político de nome Sebastian Kurz.

 

Kurz responde atualmente pelo ministério das Relações exteriores do país e teve desempenho político importante quando da denominada “crise dos refugiados” na Europa.

 

O homem de 31 anos pertence ao ÖVP( Österreiche Volkspartei), um antigo partido conservador, fundado em 1945, cujo slogan há décadas é: “ O Partido da Família". Filho de uma professora e de um mecânico, estudante de Direito  (ainda não terminou seu curso), que desde 24 anos já ocupa cargos importantes no governo.

 

Em sua campanha, o jovem apresentou como plataforma o combate à imigração ilegal e em massa. Apresentou uma nova política de asilo, visando limitar - consideravelmente - o recebimento de refugiados na República dos Alpes.

O país enfrenta sérios problemas com a dificuldade de integração da população islâmica e já existe uma enorme preocupação com o futuro da Áustria e sua islamização. Hoje, há no país classes de estudantes do ensino fundamental onde 90 até 98% dos alunos são estrangeiros e a grande maioria pertence à cultura islâmica.

 

Sebastian Kurz foi elogiado por Angela Merkel apesar de ter declarado sua enorme insatisfação com sua tresloucada política de recebimento de muçulmanos, que entravam pela Áustria sem quaisquer documentos ou maiores exigências.

 

Circula nas redes sociais a informação de que Kurz teria dado 28 dias para que o bilionário George Soros retirasse do país sua 'Open Society Foundation`, cortando assim, a principal irrigação de verbas destinadas para as mais variadas ONGs que apoiam a política de imigração de Merkel e da União Europeia.

 

Muito embora a imprensa alemã não tenha mostrado interesse pelo assunto e ele apenas tenha repercutido em sites alternativos ( o que não é estranho, pois ela tem por hábito ignorar aquilo que vai de encontro com sua pauta marxista ), ela, imprensa, preocupou-se mais em atacar o jovem político em virtude de uma provável coligação com o candidato que ficou em terceiro lugar, Heinz-Christian Strache do FPÖ ( Freiheitliche Partei Österreichs), um partido de direita e que apresenta tolerância zero com o recebimento em massa de islâmicos no continente europeu.

 

Este partido é descrito como um perigoso partido populista e algumas vezes chegam a chamá-lo de partido da "extrema-direita nazista” a exemplo da classificação do AfD na Alemanha. Ao que tudo indica, Kurz deve coligar-se a Strache e conduzir a Áustria orientando-se pelos postulados da direita conservadora, abandonando assim a parceria com os sociais-democratas( que ficaram em segundo lugar na ultima eleição).

 

Segundo disse Sebastian Kurz, o povo austríaco não quer a chamada “Nova Ordem Mundial” e prefere a observância de uma política nacional a partir de sua própria orientação cultural e identidade europeia - sem o dedo de comandos internacionais supranacionalistas.

 

Interessante ressaltar que Kurz, segundo noticiam vários jornais, é um membro da ECFR ( European Council of Foreign Relations), uma entidade justamente financiada por George Soros. Ela foi criada em 2007, agregando pelo menos cinquenta medalhões da elite política europeia, a maioria, obviamente, da ala esquerdista ( como Emmanuel Macron, Alexander Van der Bellen, Joschka Fischer, Dominique Strauss-Kahn e outros). A ECFR é mantida pela Open Society Foundation. Resta saber se ele continuará nesta entidade, ou quem sabe até mesmo já se desligou dela e a imprensa não informou.

 

Certo é que o político vem sendo duramente atacado por adotar bandeiras conservadoras numa Europa dominada pelo marxismo cultural e seu maravilhoso mundo encantado. Ele, inclusive, foi capa da revista satírica (Titanic) de responsabilidade da extrema-esquerda em que dizia, “matem o baby Hitler”.

 

Mas, enfim, na Europa atual todo aquele que de declarar contra a política de recebimento em massa de islâmicos será chamado de racista, xenófobo e nazista.

 

Provavelmente, você aí do Brasil que também não concorda com a invasão islâmica será chamado de “nazista”. É a novilíngua a serviço da desonesta esquerda.

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque

Cracolândia em guerra

January 17, 2020

1/10
Please reload

Arquivo
Please reload

Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square