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Re-União 2017

Por que o Chavismo não cai?

October 29, 2017

 

Mesmo com 80% da população sendo contra, existe a possibilidade de que Maduro fique no poder ao menos até 2019.

 

A deterioração é dramática na Venezuela, tudo está em falta, não há dinheiro que aguente a inflação brutal, o descrédito e a condenação internacional contra o Chavismo são crescentes.

 

 

A crise econômica é enorme, com uma sociedade devastada pela escassez de alimentos e medicamentos; o empobrecimento é generalizado.

 

Não há comida, não há medicamentos e há surtos de doenças erradicadas do mundo livre há décadas atrás.

 

A outra facção socialista esquerdista auto-chamada de "oposição" tem sido responsável por oxigenar o regime totalitário com processos eleitorais durante os últimos 18 anos mostrando ao mundo uma democracia fake, inexistente. 

 

A mídia (os poucos que permanecem) está de joelhos diante do jogo macabro dos dois bandos esquerdistas.

Nas últimas eleições para governador há algumas semanas o Chavismo mostrou que ainda controla o estado venezuelano em sua totalidade.

O Chavismo está em crise, mas não está caído. E já mostrou que usa todos os meios necessários para permanecer no poder.

 

Maduro teledirigido a partir de Cuba controla o Estado.

Domina um regime cívico-militar funcional ao Chavismo porque serve de pára-raios para o desgaste causado pela crise econômica e porque não impede pelo contrário, facilita práticas criminosas que favorecem politicamente e economicamente seus companheiros de equipe, políticos e militares.

 

Nosso cenário é apocalíptico. O beco sem saída continua.

E a vítima é o povo venezuelano. As Forças Armadas, que juraram "lealdade incondicional" a Maduro, controlam a produção e distribuição de alimentos em total escassez , assim como uma companhia de petróleo, uma estação de televisão, um banco, uma montadora de veículos e uma empresa de construção.

 

A Venezuela tem 165 mil militares e 25 mil na reserva, mais milhares de membros de uma milícia civil chamados de (Colectivos Chavistas) para defender a revolução, além de grupos terroristas como FARC e ELN da Colômbia, as células de ETA da Espanha e o terrorismo islâmico infiltrados no poder (O vice-presidente de Maduro é membro do Hezbollah). 

 

As Forças Armadas tem vínculos muito estreitos com o tráfico de drogas e outras formas de crime e grande parte da cúpula chavista já foi acusada pela Justiça dos EUA de tráfico de drogas.

 

Maduro viu nestes últimos tempos sua base eleitoral diminuir e decidiu conservar o poder pela força: comprou a lealdade daqueles que o garantem,

até mesmo além dos quartéis.

Faz isso pagando-lhes muito mais ou dando-lhes posições a partir das quais podem enriquecer e são eles que garantem a permanência do Castro-Chavismo no poder.

 

Hoje, sobrevivemos em um cenário apocalíptico no qual "O novo não nasceu e o antigo não acaba de morrer".

 

Enquanto meu país afunda em violência e fome.

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