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Re-União 2017

A nossa guerra dos cem anos.

November 3, 2017

 

Há por trás da corrupção no Brasil, a força do impulso adquirido.

 

Estamos travando uma guerra sem fim, combater criminosos de colarinho branco é lutar contra uma força instalada em décadas de experiência na prática do crime.

 

Não dá mais para confiar nas Instituições, todas aparelhadas e dominadas por uma força invencível.

 

Podemos dizer, sem exagero, que esse combate só dará a vitória ao Brasil daqui a cem anos.

 

Será necessário que o tempo  mate  gerações do passado, presente e futuro, porque essa força é herdeira e faz herdeiros em sofisticada cadeia hereditária.

 

Representando gerações passadas os colarinhos brancos, Sarney, Lobão, Renan, Jader Barbalho, Cabal, Lula, Dilma, Zé Dirceu, FHC, Serra, Picciani e etc. Esses geraram Lindbergs, Gleisis, Cabralzinhos, Piccianizinhos, Renanzinhos, Lobãozinhos, Barbalhozinhos, Lulinhas, Dirceuzinhos, e mais; netos jogaram a chupeta fora e já praticam na escola paterna para assaltar as urnas eletrônicas e galgar aos cofres públicos, ainda na pré-idade criminal. Essa cadeia sucessória precisa de um basta.

 

Para piorar há os aliados que sustentam essa força de corrupção, com o mesmo impulso adquirido. Os togados nomeados que servem e se servem do crime; com muita pompa e pouca vergonha na cara. Esqueci do Collor, ele entra aqui. Por falta de espaço deixei muitos experts do crime de fora, mas todos estão nas mentes dos mais variados cantões populares. 

 

Mas essa guerra pode não durar nem mais um mês.

 

O Brasil tem instrumento Legal para cessar sua vulnerabilidade, temos uma Constituição. E quem tem a responsabilidade de fazer com que nossa carta magna seja respeitada são as Forças Armadas.

Quando acordarem para tal responsabilidade poderão antecipar o fim de uma guerra com vocação secular. Falta só assumir a responsabilidade para que antecipem cem anos para horas, dias, ou meses. É preciso acordar e exercer a responsabilidade que lhe é confiada. O povo exige isso. O crime organizado tem berço, falta uma força maior para dar-lhe um túmulo.

 

Ou as Forças Armadas acordam ou em muito pouco tempo o Brasil se transformará em um país de trapos, de miseráveis.

 

O ambiente para a necessária Intervenção é muito mais favorável do que em 1964. Naquela época general patriota teve que prender outro general, generais corajosos enfrentaram militares alinhados com o governo comunista, hoje isso não existe, e se existe não têm representatividade nenhuma.

 

Falta o que, então? Falta às nossas Forças Armadas alguém que assuma o patriotismo obrigatório e faça o que tem de ser feito.

 

Com certeza terá adesão, não haverá resistência.

Incomoda a todos nós a sensação de que duzentos milhões de brasileiros precisam ficar de joelho, mãos postas e olhos rútilos implorando que as Forças Armadas salvem o Brasil de uma quadrilha de bandidos.

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