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Re-União 2017

A longuíssima Noite dos Cristais

November 10, 2018

Se a história da humanidade pudesse ser registrada através de um eletrocardiograma, uma curva abrupta para baixo em seu gráfico sinalizaria a longa Noite dos Cristais. Foi quando os  nazistas atacaram a maior sinagoga de Berlin, em 1938.

Assassinaram pelo menos 100 pessoas, judeus que  ali faziam suas preces. Mas as vítimas foram talvez mais de 30 mil judeus, dias depois do continuado ataque, contando os espancados em agonia, os feridos moribundos, os suicídios. 

Hoje esse número de assassinados empalidece, se pensamos  nos   6 milhões de judeus massacrados na Alemanha e em outros países.

 

 

Pouco tempo atrás estive em Berlin, visitando meu filho. Ele morava a poucos quarteirões da sinagoga onde aconteceu a tragédia.

Cada vez que eu passava na frente da sinagoga, uma peça de arte  arquitetônica, meu coração se confrangia, apertado. Uma atmosfera estranha cobre o lugar, negando até o brilho da luz do sol. 

 

Senti o mesmo ao visitar o Museu do Holocausto, em Jerusalem. Tinha ido lá com um casal de amigos, que davam aula para crianças no kibbutz onde morávamos. Cada um deles, tinha perdido a família inteira nos campos de concentração.

Saímos lá de dentro do Museu, de imagens terríveis, chorando tanto, que mal conseguíamos ver por onde íamos tateando. Isso sob a luz cegante de um verão de mais de 40 graus. 

 

A Noite dos Cristais, assim chamada por causa dos vidros quebrados da sinagoga, espalhados até a rua,  tem  que ser ser escrita em maiúsculas.

E não pode jamais ser jamais esquecida. O que aconteceu naquela sinagoga e em outras de países europeus, parece ainda maior pelo seu  simbolismo. Ela sinalizou o início da matança sistemática dos judeus, organizada  pelos militares da SS e militantes nazistas no chamado Holocausto.

 

Acho que estamos próximos a um surto de violência parecido, aqui no Brasil. Nestes dias, uma multidão de pessoas açuladas pelo MST, vinda em ônibus alugados,  atacou uma fazenda, destruindo tudo.

Um ataque precursor, exemplo do que está vindo por aí.  Numa comparação tosca,  nessa mini-mini-noite-dos cristais, tratores arrancaram postes de energia elétrica e derrubaram plantações, árvores, tudo abaixo num frenesi de destruição. O ódio é sempre igual, quando espicaçado por ideólogos extremistas e treinados.

 

As autoridades alemãs não coibiram os crimes que aconteceram naqueles dias. Igual aqui, onde os esbirros de um simulacro de Hitler, chamado Stédile, arrasavam a propriedade rural.

Enquanto isso as autoridades não agiam contra os mercenários armados. Não morreu ninguém. Mas a Democracia foi duramente ferida.

A sociedade brasileira está em em choque, tentando adivinhar o que pode vir por aí. Os bandidos tem estratégias militares, mantidas com o dinheiro assaltado por políticos da esquerda e orientadas como as tropas nazistas.

 

O bandido-mor atrás dessa ação perversa é o lula e o Foro de São Paulo, que quer chantagear o Estado brasileiro, administrando a violência.

 

Vem aí uma guerra civil? Quem vai ganhar? Sairemos em passeata, demonstrando que não nos deixaremos esmagar pela esquerda corrupta, que quer nos levar aos horrores pelos quais passa agora a Venezuela, sob a sangrenta ditadura cubano-narco-traficante do Maduro.

Mas eles não passarão, pois nós estamos aqui - e não arredaremos pé.

 

 

A Sinagoga - Foto Tereza Mainardi

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