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Re-União 2017

Sem pai e sem mãe.

November 28, 2017

 

Imagine nossa mídia como um rio caudaloso. Quanta água representa hoje a Venezuela nesse rio? Um balde, talvez? Aqui praticamente não se fala do país-irmão. Por que essa falta de solidariedade? Porque já temos problemas demais para nos preocupar? Mas isso não é real. Nossa mídia fala da Alemanha da Merkel. Do Macron. O Trump aparece dia sim e no outro dia, também. E por aí vai. Mas notícias da Venezuela? Quando alguém pergunta, viramos a cabeça para o outro lado. 

 

Os resistentes venezuelanos bem que se esforçam. Estampam na mídia digital fotos de crianças que se parecem com as do Holocausto, os ossos quase rompendo através da pele. Velhos chafurdando o lixo buscando alguma coisa para comer. Vídeos, com filmagens obtidas atrás das cortinas mostrando soldados do Maduro nas ruas, atirando nas pessoas.

 

Tudo muito parecido com o tempo dos nazistas nos países sob ocupação, que prendiam como espião quem estivesse ouvindo a BBC. A internet na Venezuela é cara, rara - e vigiada. Mas é assim que chegam as notícias de lá. A tortura faz parte da rotina da violência. Soldados e mercenários andam armados com fuzis Kalashnikov fabricados lá mesmo na Venezuela, com a ajuda dos russos. Caças russos percorrem o céu.

 

Mas para alguém poder comprar miseravelmente uma xícara de arroz, é preciso ter um cartão do governo. Sem ele, só o contrabando espoliador. 

O dinheiro praticamente inexiste para os do povo. E pensar que a Venezuela foi o país mais rico da América do Sul, com seu petróleo.

Hoje tudo é dominado: até os mais simples serviços públicos estão sob o controle de cubanos comunistas.

 

A Venezuela é um estado narco-traficante. Outro dia, nos EUA, o governo americano bloqueou a conta bancária do vice do Maduro, 500 milhões de dólares. E um iate de milionário saudita. As alianças do país com países comunistas e grupos mercenários como as Farcs e terroristas como o Hezbollah mostram onde a Venezuela chegou. Os que se associaram ao regime do Maduro, vivem no sossego e no conforto, vampiros grudados nas veias de um povo estiolado, exangue. 

 

E o governo brasileiro parece inerme, em cumplicidade com a ditadura venezuelana. Nem as dívidas deles conosco lhes são cobradas, o lula e dilma lhes tendo “emprestado” fortunas, com dinheiro e financiamento de obras odebrechtianas . Corrupção é o nome desses acordos inspirados pelo maldito Foro de São Paulo, ainda não claramente denunciados. Valha-nos, LavaJato.

 

A única resposta à pergunta “por que os brasileiros ignoram a Venezuela?”

é que nossa mídia faz o jogo das esquerdas, se fingindo de surda aos pedidos de socorro dos venezuelanos, que estão sem pai e sem mãe.

Igual como quando tentamos denunciar as urnas eletrônicas Smartmatic 

e o governo não ouve. Então, para que gritar?

Estou achando que já estamos como na Venezuela.

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