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Re-União 2017

A canalhice não descansa

December 1, 2017

 

A canalhice da chamada esquerda do Fazendão não tem limites.

Hoje cedo, na BandNews FM, a dupla dinâmica Ricardo Boechat/Monica Bergamo, sobre a qual não se tem dúvidas, apenas certezas, comemorou alegremente a decisão do TSE de não adotar as urnas impressas na eleição de 2018, perpetuando assim o esquema de fraude eletrônica vigente e já comprovado a partir de diversos testes realizados nas urnas tupiniquins com hackers pelo mundo afora, a despeito das tentativas das autoridades do fazendão em sufocar a realidade.

 

Segundo a dupla de jornalistas da esgotosfera petralha, o TSE vai adotar o voto impresso em apenas uma pequena parcela das urnas, cumprindo a lei aprovada no Congresso, porque "não existe dinheiro (dois milhões de reais)" para adaptar todas as urnas eletrônicas com o novo sistema.

Como se dois milhões de reais fossem fazer alguma diferença no orçamento nababesco da bandidagem togada, que saboreia muitas e muitas cerejinhas num sundae repleto de doces e milionários privilégios que ajudam a arruinar o Brasil.

 

Mas... a canalhice da dupla Boechat-Bergamo não parou nesse aspecto da decisão, da suposta falta de dinheiro para se fazer cumprir a lei. Depois de ter enchido o peito para lembrar seus tempos de "militante do Partidão" e de reverenciar a "saudosa União Soviética" numa notícia anterior, Ricardo Boechat teve o desplante de dizer que a impressão do voto - que ele sabe muito bem que não será tocado pelo eleitor, apenas conferido visualmente - serviria de recibo para ser apresentado a quem quer que seja (ele deu o exemplo de mostrar o pedaço de papel aos "milicianos" das favelas do Rio de Janeiro). Mentira deslavada, própria de um comunistinha cínico, cara-dura, profissional da vigarice, tal qual a vigarice inventada pelo viúvo cachaceiro de Atibaia.

 

Para fechar com chave de ouro-de-tolo o troca-troca entusiasmado dos dois com a decisão calhorda do TSE, Boechat ainda quis diferenciar PSDB e PT como sendo um de "direita", o outro de "esquerda", para justificar a inexistência de fraude eleitoral no sistema eletrônico, quando se sabe que os dois partidos são filhos da mesma prostituta e ambos são participantes ativos do famigerado Foro de São Paulo. Um apenas resolveu vestir macacão de fábrica, falar errado e atuar de maneira explícita como uma quadrilha criminosa, enquanto o outro resolveu vestir terno e gravata, andar barbeado e falar mais ou menos corretamente, escamoteando suas malas de dinheiro.

 

Resumo da ópera: essa gente sabe o que vem por aí, e está desesperada. Aproveita qualquer brecha para mentir, inventar, criar situações que não existem.

É o modus operandi dos canalhas. Mas 2018 vem aí... 

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