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Re-União 2017

De novo, dentro das engrenagens.

December 2, 2017

 

Eu posso entender que exista gente ruim. Até porque todo mundo é um pouco ruim, lá dentro de si. Mas quando fazemos alguém sofrer, mesmo que o outro mereça, nos sentimos culpados. Isso é da natureza humana, das pessoas normais. 

 

Já o psicopata tem um comportamento particularmente odioso. Ele é capaz da maior das maldades, tem prazer nisso e quanto mais ele fizer o outro sofrer, melhor para ele. Sem culpas. Mais ou menos isso.

 

Um Hitler, para pegar um exemplo clássico, era um psicopata. Matar milhões não o afetava. Mandar torturar e liquidar pessoas, era "normal".

Ele vivia em estado de delírio, só interessando em suas fantasias de grandeza. Stalin, igual, só para ficar nesses dois ícones do mal.

 

E como classificar um   super-hiper-ultra-milionário que hoje está brincando de Deus, ou de doutor Silvana, usando seu dinheiro e poder para impor uma agenda globalista ao mundo? E ele já tem um grupo de líderes mundiais que segue suas receitas para forçar os governos a adotar essa agenda.

 

Ele quer que países europeus aceitem indiscriminadamente quantos imigrantes muçulmanos puderem. Ou não puderem. Quer atiçar o preconceito de raças, jogando uns contra os outros, naquela velha estratégia de dividir para governar. Quer impor a ideologia de gênero. Apoia lunàticamente todas as ditaduras de esquerda. Pretende criar um governo único no mundo. Para que? Com que intenção?

 

Essa receita só pode ser verdadeiramente compreendida pelos que a praticam, disciplinadamente. Já nós, os objetos de sua masturbação mental, não precisamos entendê-la em todas suas consequências, eles só esperam que façamos o que somos mandados fazer, sem discussão. Nosso papel seria o de nos perfilar, seguindo a iluminação cegante de suas cabeças geniais.

 

Tal estratégia global já foi tentada por diversas civilizações. Que acabaram em sofrimento e morte, ao seus líderes tentarem sufocar a individualidade e a consciência de parcelas da humanidade que pensam diferentemente deles. Desprezam nosso juízo e inteligência. Nós, neste momento, vivemos quase a mercê dessa psicopatia de alguns. 

 

Mas a história humana é irreversível - e eles não conseguirão criar e sustentar a figura do Grande Irmão, à despeito da força avassaladora da comunicação. Somos o que somos, seres tribais. Podemos até ser manada, por curto tempo. Mas o que é “curto tempo” na extensão da história da humanidade?

Só um ponto final, uma vírgula,  um  acento numa frase monotonamente  repetida.

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