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Re-União 2017

Black Friday: políticos em liquidação

December 4, 2017

 

Já disse certa vez o estadista do sertão, Luiz Inácio, a respeito da desavergonhada classe política brasileira:

"É mais fácil comprar do que convencer".

A frase foi dita nos tempos de mensalão, e acabou se provando verdadeira sob todos os aspectos.

Graças à essa porca conduta política, Lula saiu livre das acusações contra ele, e desgovernou mais alguns anos, aumentando o atoleiro moral do país.

 

Atrás de Lula -e com seu devido suporte- prosperava toda uma quadrilha, que crescia e aparelhava todos os setores da sociedade brasileira.

Entre eles, Michel Temer, acostumado a negociar no porão, em silêncio, e que mais tarde se tornaria vice do poste sem luz do vigarista.

Por caminhos tortos, Temer acabou chegando à presidência, e, naturalmente, à uma absoluta impopularidade.

Não conseguiu o menor crédito junto à população brasileira nem junto à sociedade, nem junto à empresários do tipo A -os honestos.

 

A popularidade, entretanto, não importa à Temer, que continua a ser o que sempre foi, em benefício da quadrilha que o suportou e suporta.

E nem interessa a nenhum deles o que pensa o povo.

Se trata apenas de um jogo muito exclusivo de poder e sua manutenção, onde não entra a vontade do povo.

E porque deveria?

A quadrilha tem Gilmar Mendes, Lewandowski, o STF, Toffoli, empresários e advogados corruptos, deputados de monte com etiqueta de "vende-se", senadores idem...

 

Assim, apesar de tudo e todos, Temer continua com seu mercado de peixe a céu aberto em "Brasilha".

Para aprovar desesperadamente sua reforma da Previdência, vai torrar mais 14,5 bilhões comprando parlamentares.

Nada demais, nada de novo. É o jeito Temer de governar, imitando Lula.

Quando lembramos o desavergonhado Gilmar, o juiz laxante do STF, afirmar singelamente que o governo não tem 2,5 bi para aplicar em voto impresso, a coisa fica mais feia.

 

Afinal, falta de caráter deveria ter limite.

Mas não tem.

Para essas criaturas, o céu é o limite.

 

Enquanto o mote de Lula valer, será sim mais fácil comprar.

Diziam, em tempos remotos, que homens que se vendem não valem o que recebem.

Mas os tempos mudaram.

Hoje, valem o que recebem.

 

Como sempre. Para alívio de Temer, que continua fazendo o que sabe.

 

 

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