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Re-União 2017

Jerusalém, capital

December 9, 2017

 

Quando, em 1947, a ONU propôs o plano de dividir a palestina em Estado judeu, Estado árabe e Jerusalém, os dirigentes sionistas o aceitaram.

Mas o plano foi rejeitado pelos líderes árabes. Em 1948, é criado o Estado de Israel, e instituída Jerusalém Ocidental como sua capital.

 

A parte leste da cidade, na época, se encontrava sob controle da Jordânia, chamada então de Jerusalém Oriental. Na controversa Guerra dos Seis Dias, já em 1967, Israel enfrentou uma frente árabe, composta pelo Egito, Jordânia, Síria, Kuwait, Iraque, Arábia Saudita, Argélia e Sudão, e o resultado foi a ocupação por Israel de Jerusalém Oriental e a derrota dos países árabes.

 

Em 1980, Israel declara Jerusalém como capital "eterna e indivisível" de Israel. Em 1995, finalmente, o governo norte americano ratificou o Jerusalem Embassy Act, reconhecendo portanto Jerusalém como a capital do Estado de Israel, e recomendando que a embaixada americana se instalasse na cidade. Entretanto, a lei permitia ao presidente que adiasse sua aplicação por seis meses. Assim, Clinton, Bush e Obama impediram sua aplicação, renovando a cláusula a cada seis meses.

 

Jerusalém continuava com sua situação indefinida. Até chegar Donald Trump. O fato é que Israel, como única democracia nos moldes ocidentais no Oriente Médio, é uma ameaça aos governos árabes totalitários.

Para xiitas e sunitas, Israel deve sumir do mapa. O que vale aliás para todos os países árabes, que praticamente não reconhecem como valida outra cultura ou civilização que não seja a sua.

 

O anúncio de Trump vem logo em seguida ao seu significativo discurso de Natal, onde reforça e retorna às origens judaico-cristãs do Natal, transformado em mero feriado por Obama, que eliminou o "merry christmas" pelo "happy holidays".

 

O anúncio de Trump foi criticado pela ONU, que convocou uma reunião de emergência, com a participação inclusive de Evo Morales, o cocaleiro presidente da Bolívia com pretensões de ditador, que vai pelo mesmo caminho de Maduro.

 

Essa mesma ONU, por outro lado, é omissa em relação ao verdadeiro praticado pelo mesmo Maduro, o ditador que promove o massacre de seu próprio povo diante do mundo. Outros países que criticam Trump, como a Alemanha de Merkel, sofrem com a decisão de abrir suas fronteiras indiscriminadamente aos muçulmanos, mas não aprendem.

 

Trump, acertadamente, defende a democracia no mundo, como prometeu em campanha. E os valores ocidentais.

 

Até hoje, ninguém, inclusive a ONU, fez nada além de -durante décadas- empurrar o problema com a barriga, sem contribuir em nada para sua resolução. E para tentar estabelecer a paz na região.

 

Se tivesse que funcionar, já teria funcionado faz muito tempo. A decisão de Trump, portanto, é corajosa e histórica.

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