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Re-União 2017

Que diria Nelson Rodrigues?

December 17, 2017

 

Antigamente, se você gostasse do trabalho de um artista homossexual, ninguém questionava a sua heterossexualidade. Se você não gostasse, as pessoas não estavam nem aí também. No máximo, questionavam o seu senso musical, porque alguns dos cantores eram realmente bons em termos técnicos. Vejam, por exemplo, Freddie Mercury, George Michael, Elton John, Ney Matogrosso, Renato Russo e até mesmo Cazuza. Os homens ouviam suas músicas sem ter sua masculinidade questionada; e não eram chamados de homofóbicos se dissessem que preferiam outro tipo de música ou outro cantor. Ainda hoje é assim com quem aprecia o trabalho desses homossexuais do passado.

 

Mas a arte que existia independente da opção sexual do artista saiu de cena, foi removida. Vide, por exemplo, o Pablo Vittar. Não existem héteros fãs de Pablo Vittar. (Por enquanto, eu só ouvi falar do Pablo, mas outros virão aí e já devem estar sendo preparados.)

 

Hoje, se o cara gosta do trabalho de um artista homossexual moderno, com certeza ele não é hétero. Ou alguém aí acredita que um sujeito que abre o YouTube ou o Spotify, faz uma busca por Pablo Vittar e vai escutando num ônibus lotado, às seis da manhã, a caminho do trabalho, seja hétero?

 

Chegamos a uma época em que não é mais possível separar a opção sexual do artista do seu trabalho. Muito em breve essas duas coisas serão realmente indissociáveis. Não será mais possível apreciar o trabalho de um artista homossexual moderno e ser hétero, simplesmente porque o trabalho desse "artista" nada mais será do que a pura propaganda e a exaltação da homossexualidade por si mesma,  disfarçada de quebra de tabu social, de luta contra a discriminação e de combate ao preconceito.

Até há pouco tempo, um hétero poderia ver um clipe da Anita com a desculpa de ver as mulheres rebolando. Não dá mais para fazer isso com os clipes mais recentes.

 

O trabalho dos homossexuais de hoje possui um elemento novo: a imposição velada porém nada sutil de um dogma de adesão parcial ou completa a idéias, gestos, gostos, comportamentos e valores homossexuais. Uma imposição baseada na coerção e na propaganda de mídia. Esses novos valores são expressados no trabalho em si (nas letras, no ritmo, na coreografia das músicas, por exemplo), no artista (figurino, maquiagem, trejeitos, voz, etc.) e em toda uma rede que circunda o artista e sua obra (prêmios de "mulher do ano" para homens e coisas do tipo).

Uma rede de propaganda que protege e que blinda esse novo estilo musical e comportamental. Se você é um homem hétero, faça o seguinte teste: cante uma música do Pablo Vittar em voz alta e tente não parecer um homossexual. Você vai falhar miseravelmente.

 

Isso é um problema sério quando pensamos em crianças que entram em contato com essas músicas. É uma situação nova que transcende a atuação do funk (que faz a apologia da degeneração e da pedofilia). O funk, até onde pude observar, se limita apenas a sexualização de relações heterossexuais. O homossexualismo, no funk, ainda é tabu é motivo de deboche e chacota.

 

Uma criança do sexo masculino que vê clipes de funk aprende a simular movimentos característicos do macho, como a tal da "sarrada", e as meninas aprendem os movimentos femininos, como rebolar. Mas um garoto que vê um clipe na Anita aprende apenas a rebolar -- que é um movimento feminino. Percebem o problema?

 

Os homossexuais que gostam de funk se limitam a agir como se fossem a parte feminina a qual a música se refere. Mas agora vemos a apologia ao homossexualismo surgir com força total em um novo estilo musical que, mais dia, menos dia, irá se infiltrar e quem sabe substituir também o funk.

A Anita precisou abandonar a sua carreira de funkeira, mudar seu estilo e ter uma equipe que a projetasse de forma internacional para que pudesse introduzir e catapultar um homossexual junto com ela como protagonista. Hoje eu nem sei qual o estilo ela se classifica. Talvez chamem de pop.

 

É a sexualização da arte e a imposição do homossexualismo como norma geral na sociedade. Não existe mais meritocracia e talentos valorizados, principalmente no meio musical.

 

Você acaba tendo contato com os trabalhos desses artistas mesmo a contragosto, porque eles são propagados por vários meios, financiados por gente que tem interesse nesse novo modelo de sociedade. Você é coagido a gostar.

 

Se você consegue resistir a esse "gosto"que lhe foi imposto, a ditadura politicamente correta faz você abaixar a cabeça e dizer que respeita. E se você repudia, todos te chamam de homofóbico. Ou seja, você torna-se um pária, um deslocado, um leproso social, um criminoso simplesmente por tentar manter seu gosto musical, sua reputação social e sua opção sexual. Daí querem te mandar pra cadeia, onde o Carlão vai estar te esperando na cela enquanto escuta o novo hit do Pablo Vittar no fone de ouvido.

Se hoje dizem que funk é cultura, amanhã dirão que esse novo estilo fundado por Pablo Vittar também é.

 

E tem mais: muitos homossexuais não gostam do trabalho dos homossexuais modernos. E com razão, porque a pura expressão de uma opção sexual não pode ser arte. É um negócio intragável e sem talento. Verdadeiras porcarias. Mas o fato desses membros da resistência serem homossexuais não os livra da acusação de serem também homofóbicos.

O que implica o seguinte: todo mundo que se recusa a aderir à ideologia homossexual de sexualização explícita é um homofóbico; tanto héteros, quanto os próprios homossexuais que têm um pingo de bom senso.

 

Chegamos a esse ponto porque substituíram a expressão natural do talento do artista (que falava de amizade, de aventura, de solidão, de arrependimento, de amor, etc.) pela exposição de uma versão ideológica. Sufocaram os homossexuais de gênio. Atualmente, se um homossexual tem algum talento, rapidamente a indústria da arte o corromperá e fará com que ele acredite estar lutando contra o preconceito, enquanto segue uma agenda pré-fabricada.

 

Hoje, amizade é você fazer troca-troca com o colega, aventura é participar de uma suruba na sauna com a rapaziada, solidão é quando você não tem ninguém pra te consolar e você tem que recorrer a um consolo de borracha, arrependimento é você não ter usado o lubrificante, e amor é deixar o cara te sodomizar sem camisinha...

 

Lá no fundo, por trás de tudo (sem trocadilhos), podemos encontrar organizações globalistas e pessoas com recursos bilionários que viram no homossexualismo só um valor diversitário a ser explorado e instrumentalizado para alcançar seus fins torpes de ganância e poder.

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