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Re-União 2017

As lições da eleição do Trump

December 28, 2017

 

 

Muita gente errou, achando que a Hillary iria levar fácil a presidência 

dos Estados Unidos. O que deu errado? Os experts devem ter ótimas teorias, agora, até para se justificar. 
Eu, pessoalmente, não arrisquei uma linha. Porque as informações que me chegavam pareciam mais sérias do que diziam as análises realistas.

A mídia estava toda contra o Trump. Fazendo que a Hillary parecesse um anjo salvador contra o mensageiro do Mal. Isso nos começos da campanha. Aí vieram revelações sobre os e-mails dela. 
 

Coisas que levantaram pesadas dúvidas sobre a  honestidade, franqueza, e decência da Hillary. Quem estava predisposto a votar em seu favor, levou um susto e bambeou. Não há nada pior do que se sentir traído por uma pessoa em quem se confiou. Depois veio o terreno minado das denúncias visando o comportamento sexual dela. 
 

Foi aquela história sobre o avião que, em sucessivas viagens levava o casal

Clinton para fornicar com menores, apelidado de Lolita Express... o que foi um tiro de .45 na campanha da Hillary. Por via das dúvidas,  consta que o Obama e a Michelle pularam fora da campanha dela alguns dias antes da eleição. Muito significativo. 

 

De onde vieram tantas e tão más notícias como as mentiras ditas por ela sobre o caso de Benghazi e o curioso desmaio sofrido no 11 de setembro? Tudo isso  acabou por afundar a campanha da Hillary. 
 

A maré foi virada pela mídia digital - repercutindo as denúncias do Julian Assange, da Wikileaks. E a suspeita de que os Clinton carrearam dinheiro da Arábia Saudita e do Qatar para sua Fundação, bateu fundo na opinião pública americana. Sem contar com a história do comércio de armas para o ISIS. Outro fato mortal. 
 

 

A Hillary nem teve tempo de se defender dessa chuva de acusações.

Depois escreveu um livro significativamente chamado What happened tentando se justificar.

 

Agora, com a mídia digital, o incêndio é instantâneo, as notícias correm o mundo em minutos. 
 

Caros amigos e inimigos: Nossa responsabilidade cresceu exponencialmente. Temos poder, mais do que poderíamos imaginar. Nós ajudamos a fazer a cabeça das pessoas. Portanto...

 

  • Cada um de nós é um opinion maker que, com suas palavras, pode provocar o bem ou o mal. A eleição do Trump (para mim ótima) mais do que tudo deve nos fazer pensar, meditar.

  • Por isso temos que prometer, à nós mesmos, dizer a verdade, só a verdade e nada mais do que a verdade em nossos posts. Esse é um compromisso ético a que nos devemos ater rigorosamente, como bons guerrilheiros digitais que somos. Para o bem ou para mal.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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