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Re-União 2017

Destinos ligados

January 19, 2018

     

     

    No manifesto de Rumbo Libertad, movimento de resistência ao ditador Maduro,
    os crimes cometidos por ele ficam explícitos.
    Para a execução de Óscar Pérez, foram utilizados armamentos pesados de guerra.
    Todos os apelos para a rendição foram ignorados.
    E mostrados ao mundo, pelo próprio Óscar, que trágicamente gravou em vídeo seu próprio assassinato.
    Foram executados sumáriamente, além de Óscar, Daniel Soto, Abraham Lugo, José Diaz Pimentel, Jairo Lugo e Lisbeth Ramirez, que estava grávida.
    A ação insana do ditador, ação de ódio e violência, só vai gerar mais ódio e mais resistência.
    Nos quartéis, nas ruas e no mundo civilizado.
    Só se explica tal ato por medo. Maduro se empenha em militarizar cada vez mais a Venezuela, para exercer um controle violento e opressor contra a sociedade que sofre, e sabe que se perder o controle das armas estará perdido.
    São as armas, e mais nada, que o mantém no poder.
    E com elas, Maduro assassina os inimigos que pode, imaginando que assim se garantirá.
    É uma espécie de reedição tosca e grosseira da revolução cubana, que em 1959, liderada por dois assassinos, Fidel e Che Guevara, assassinou sistematicamente seus oponentes.
    Só que já não estamos em 1959.
    E já não existe espaço para aberrações tais.

     

    O castrismo de Maduro vai deixando seu nefasto legado: um rastro de ódio e sangue que se espalha pelas ruas, entre o povo venezuelano.
    E nos seus quartéis. E em suas forças policiais.
    O que aberrações como Maduro não conseguem assimilar é que ditadores insanos raramente conseguem se manter apenas pelo poder das armas.
    Fatalmente, acabam caindo, sendo vítimas do próprio ódio que semearam, como caiu um dia Benito Mussolini, na Itália, que acabou morto e pendurado de cabeça pra baixo em praça pública junto com sua amante. 
    Não me ocorre, honestamente, destino mais justo para esse homem, do que o mesmo de Mussolini.

     

    Enganam-se os brasileiros que alienadamente imaginam que o Brasil nada tem a ver com a Venezuela.
    O castrismo é uma ameaça à todas as Americas, especialmente a do Sul.
    E está nos manuais de Lula, de Evo Morales, de Nicolás Maduro, explicitado no famigerado Foro de São Paulo.
    Dizem ainda esses mesmo brasileiros que o castrismo jamais nos atingirá.
    Mas lembrem-se: diziam o mesmo na Venezuela há vinte anos, enquanto FHC apoiava e mandava grana para Hugo Chavez.

     

    Evidentemente, não há povo que deseje, um dia, estar sob o tacão de um narcoditador como Maduro.
    O que há é povo que percebe a realidade tarde demais.
    Portanto, é bom que acordemos todos.

    E rápido.


    A Venezuela precisa de nossa ajuda, da ajuda do mundo.
    Seu destino está ligado ao nosso.

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