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Re-União 2017

A morte de um país

February 22, 2018

Pouca gente fala sobre a morte de um país antes que ocorra de fato. Assim foi com o Haiti, Cuba, Venezuela, etc. Existe muito temor em se falar antes desta morte ocorrer, mas existem diversos modos de se conviver com ela.

 

O primeiro é o de se suprimir a ideia de que a morte das instituições já existe: "tudo vai acabar dando certo, as eleições vão tirar esta gente, etc.". Otimismo.
O segundo é o oposto: "memento mori', lembrar-se o tempo todo que o país está falecendo e achar que nada pode ser feito. Conformismo, aceitação de um destino que parece inevitável.
O terceiro é confiar no instinto de sobrevivência  do povo e na revolta do mesmo. Partir para fomentar protestos, ir às ruas, reivindicar pela Internet etc.


Existem outros modos também: terrorismo, educação, fuga do país, intervenção militar, etc...


Desde Freud fala-se muito do instinto de morte e do instinto do prazer. Freud escreveu em "Além do princípio do prazer" que o instinto de morte era agressão pura, um desejo de matar e destruir que se dirigia essencialmente à pessoa. Uma espécie de autodestrutividade. Isso foi em 1920. Hoje em nossa sociedade a questão parece ser mais grave. Não são mais pessoas querendo se matar, mas sim destruir os alicerces da sociedade. Religião, família, solidariedade humana. São não somente massacres em escolas, como se isso fosse pouco sem ser, mas massacre de populações inteiras. Culturas a serem destruídas nos seus valores máximos. Temos aqui o Foro de São Paulo que não nos deixa mentir, a ideologia petista, o MST, o islamismo, etc.


A pergunta que fica: qual a maneira certa de encarar a morte das nossas instituições? Qual é a melhor maneira de se lutar pelo país que é seu?

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