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Re-União 2017

O câncer comunista e a ilusão da democracia

March 9, 2018

 

 

O Brasil vive uma ilusão de democracia.

O inchaço do Estado brasileiro não é sentido apenas por uma pequena camada da sociedade brasileira de olhos mais abertos.

Diretamente da New York University, por exemplo, o conhecido cientista político Steven J. Brams, que entre outras coisitas tem em seu curriculum o cargo de presidente da Peace Science Society Internacional (de 2005 a 2006) acaba de afirmar que o sistema político brasileiro hoje tem pouco de democracia e muito de um sistema arbitrário com abusos de poder por parte do Estado.

Um sistema que beneficia a corrupção e a impunidade.

Nada mais visível. Está todos os dias no noticiário.

O brasileiro já está devidamente anestesiado.

Corrupção é um tema banal, diário.

Poder, governo e Estado já são automaticamente associados à corrupção pelo povo bombardeado, como se fossem uma coisa só.

Como se um não sobrevivesse sem o outro.

É a transformação no imaginário popular de conduta criminosa em

'sistema de governo'.

 

O processo de socialização no Brasil começou, segundo Brams, com Fernando Henrique Cardoso, que adotou um sistema semelhante ao socialismo francês.

Para implantar pilares marxistas, FHC foi criando uma série de sindicatos, foram cedidos financiamentos a rodo para grupos de esquerda, ONGs...e políticas sociais que fortificaram o marxismo.

A estrutura econômica também foi modificada, com a criação de uma carga tributária extremamente pesada destinada a financiar os programas sociais.

Foram sendo criados também, a partir daí, centenas de agencias reguladoras sobre todos os setores sociais.

Trocando em míudos, o Estado foi inchando e captando cada vez mais da sociedade, espoliando os cidadãos, as empresas e empreendedores, se transformando num sócio indesejável e vagabundo que leva todos os meses a maior parte do lucro e dos dividendos sem produzir coisa alguma.

É o que temos hoje.

 

Para ficar só na economia, sem falar em cultura ou outras demandas socias, o Brasil hoje é um país que cobra de seus cidadãos os maiores impostos do mundo.

A carga tributária brasileira hoje é de quase 35% do PIB do país.

Ou seja, o brasileiro paga em impostos um terço de toda a riqueza nacional.

 

O pesadelo dos impostos é interminável: IR, IPVA, IPTU,ISS, ICMS, IOF...

Num litro de cachaça, só pra se falar na preferência de certo ex presidente, o brasileiro paga 80% de imposto.

No cigarro, 80%, em motos e carros, 65%...e vai por aí.

 

O empresário brasileiro é literalmente asfixiado por esse Estado cuja voracidade não tem limites, e se transforma em seu escravo.

Ou simplesmente entra em falência.

Não à toa, o Brasil é um dos últimos países do mundo no ranking de competividade global, segundo o Fórum Econômico Mundial.

 

É o funcionamento do Estado como um parceiro perverso, ladrão e vagabundo, ao invés do Estado que propicia oportunidades e suporta o desenvolvimento e o crescimento social.

 

Qualquer semelhança com o processo que começou em Cuba em 1959, com a ascensão do ditador Fidel ao poder, não é portanto mera coincidência.

Nem com o processo venezuelano, iniciado por Chavez em 1998.

E muitos outros.

Todos os países latinos, de um ou de outra forma, sofreram lentamente essa mudança.

É o chamado 'bolivarianismo.'

 

E em todos onde foi implantado, o bolivarianismo trouxe miséria, destruição da economia, destruição da cultura e de valores universais.

 

O comunismo, como uma doença fatal, se espalha pelo organismo social inexoravelmente, e se não for erradicado, mata o paciente.

O Brasil, hoje, está doente.

Resta saber se ainda há tempo para salvá-lo.

 

 

 

 

 

 

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