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Re-União 2017

Intervenção política: o fracasso

March 16, 2018

 

O último baluarte significativo das esperanças do povo brasileiro vai sendo, finalmente, corrompido pela imundície da política.
O Exército brasileiro, enfiado no Rio de Janeiro por uma estratégia
eleitoreira do fraco presidente tampão Michel Temer, vai amargando um 
mês sem resultados significativos em sua ação.
Sua presença, pelo contrário, parece ter acirrado o ímpeto homicida da bandidagem, que parece não dar a mínima para a suposta repressão.

Há poucos dias, entre outros assassinados -tragédia diária no Rio- foi morto o sargento Bruno Cazuca, durante um arrastão. A morte do sargento, jovem que deixou a esposa grávida, foi devidamente ignorado pelos movimentos 'sociais’.


Horas depois, outro sargento, Guilherme Lopes, que participara do resgate do corpo de Bruno, foi fuzilado numa lanchonete.  
Inacreditavelmente, os casos não tem relação alguma.
Tivessem, a violência no Rio teria alguma lógica.
Mas não tem. Ambos foram mortos em assaltos, coincidentemente, obedecendo á uma regrinha simples da bandidagem: se é policial ou militar, morre.

Os bandidos, evidente e claramente, estão se lixando para o Exército ou para a politicagem de Michel Temer.
O enfrentamento é ostensivo.

 

Por enquanto, já são 19 policiais mortos no Rio este ano.
Fora os incontáveis civis.
A situação caótica do Rio tende a se alastrar por todo o país, nos próximos anos, derivado direto de anos de canalhice política, anos de parceria de sergioscabrais com o crime, anos de desprezo pela segurança e tosca ideologia de esquerda enfiada goela abaixo da sociedade brasileira por entidades como a dos Direitos Humanos.

A mesma esquerdalha que agora faz uso político da morte de uma vereadora, Marielle, e usa seu caixão como palanque.
A imprensona, conivente e covarde, vai na onda.
Relativizam a vida humana, se esquecendo da médica e dezenas de outros assassinados no mesmo dia, na mesma cidade, nas mesmas cisrcunstancias.
Usam o que dá retorno político.


O resto...é só o resto. O comum, o banal.

Enfim, sem resultados, a ação do Exército obedece e serve a uma duvidosa estratégia da politicalha, e os militares vão amargando a terrível sensação de estarem, devagar, se transformando em vítimas igualmente, soterrados pelo mar de merda da política.
Destaque para a declaração de Carlos Marun, ministreco da Secretaria de Governo:
'Imbecil é quem imaginou que em 30 dias nós teríamos solucionado a questão da violência no Rio de Janeiro (...)


Pois é...em 30 dias serão mais algumas centenas de mortos.
Será que isso importa ao imbecil do Marun?

 
E o povo...
Esse, vai vendo se esvair no horizonte sua derradeira esperança, a única luz que ainda tremulava lá no fim do túnel.
A esperança nos militares e nas FFAA. 

 

 

 

 

 

 

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