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Re-União 2017

O verdadeiro inimigo

March 22, 2018

 

O "BOLIVARIANISMO" latino americano, não passa de uma versão tropical-latina da ditadura cleptocrática putiniana. O sistema que existe na Rússia de Putin, não tem mais quase nada do velho comunismo geriátrico soviético. De fato, Putin comanda uma DITADURA CLEPTO-FASCISTA OLIGÁRQUICA.

Todos os brasileiros, que defendem a democracia, tem o dever de se opor ao sórdido regime lulopetista (PT-PSDB-PMDB). No entanto, saibam que seus verdadeiros oponentes não são Lula ou Temer; e nem sequer Nicolas Maduro ou Raul Castro... Neste combate, seu verdadeiro oponente se chama VLADIMIR PUTIN. Maduro e Raul Castro apenas executam ordens de Putin.

 

A estratégia expansionista de Putin vai muito além da reconquista dos territórios perdidos pela extinta URSS (Ucrânia, países Bálticos, Polônia, etc). Putin viu que é possível controlar a America Latina inteira, através da transformação dos “regimes bolivarianos” em satélites da Rússia.

Os países da America Latina serão fusionados em um único bloco pseudo-comunista, a "União das Repúblicas Socialistas da America Latina" (URSAL / a.k.a. "PÁTRIA GRANDE"). Esta federação de cleptocracias maxistas latino americanas será o fruto da mistura de 3 elementos:

(i) Velho comunismo soviético;

(ii) Neo-imperialismo russo;

(iii) Nasserismo cleptocrático latino americano.

 

O que vemos neste início de século 21 é o cenário de uma "PERFECT STORM"... Os Estados Unidos tiveram durante 8 anos um presidente americano sem nenhuma noção de geopolítica, face à Vladimir Putin; um megalomaníaco que planeja transformar a América Latina em um satélite da Rússia (nos moldes do extinto Pacto de Varsóvia da Guerra Fria).

Enquanto Barack Obama jogava golf, Vladimir Putin implementou um vasto plano de expansão militar russa na América Latina, enviando as mais modernas armas do arsenal russo para a Venezuela (S-300 "Giant/Gladiator", Sukhoi Su-30 "Flanker-C", BUK "Gadfly/Grizzly", RPG-30 "Abrams Killer", etc...). A maioria das pessoas são incapazes de entender que, embora o comunismo geriátrico soviético tenha morrido, a Guerra Fria nunca acabou...

 

Mesmo Donald Trump terá muita dificuldade para reverter esta situação. Caso ele decida por uma intervenção militar contra a Venezuela, o presidente americano estará arriscando lançar os Estados Unidos em uma guerra contra a Rússia.

 

 

Evidentemente, Putin planeja instalar bases militares permanentes na América Latina, que abrigarão os novos submarinos nucleares russos Borei-class (NATO Reporting name "Dolgorukiy-class"), armados de ICBMs Bulava (NATO reporting name SS-NX-30); e também submarinos "stealth" Akula-class (NATO reporting name "Typhoon"); armados de mísseis anti-navio 3M-14 Бирюза (NATO reporting name SS-N-27 "Sizzler") e mísseis nucleares de médio alcançe S-10 Granat (NATO reporting name SS-N-21 "Sampson"). Com isto, Putin visa conquistar o controle do Atlântico Sul e Caribe; de Cuba até a Patagônia.

 

 

Dispondo de bases navais na America do Sul, Putin poderá revidar qualquer ação da OTAN contra tropas russas na Ucrânia (ou países Bálticos), com um ataque direto (e imediato) contra os Estados Unidos.

Cada submarino russo Borei-class, transporta 16 mísseis nucleares Bulava com alcance de 8.000km. Cada ICBM Bulava carrega 10 ogivas nucleares de 150 kilotons, totalizando 1.500 kilotons por míssel (como comparação a bomba "Little Boy", que foi usada em Hiroshima, tinha apenas 16 kilotons). Desta forma, um único míssel Bulava tem a capacidade de executar um ataque nuclear (simultâneo) contra 10 cidades nos Estados Unidos.

Os mísseis nucleares táticos SS-N-21, carregam 1 única ogiva nuclear de 200 kilotons e tem alcance de 2.400km. Desta forma, quando lançados por um submarino Akula-class, no Golfo do México, o SS-N-21 pode atingir qualquer cidade do meio-oeste e costa leste dos Estados Unidos.

Ademais, com uma frota de submarinos de ataque do tipo Akula operando na América do Sul, Putin pode causar imensas perdas para a US NAVY; atacando navios da OTAN na costa leste dos Estados Unidos e também os navios da US 4th Fleet no Atlântico Sul.

 

A expansão militar russa na Venezuela, Brasil e Cuba, não significa apenas o fim a democracia na America Latina... De fato, a presença de bases militares russas no continente americano, representa o maior risco para paz mundial desde a crise dos mísseis de Cuba em 1962. 

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