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Re-União 2017

Foco e precisão

March 23, 2018

 

Ontem, no "julgamento" de LuLadrão ficou evidente a estratégia de "não julgar" nada...Com o Congresso vazio, prevendo isso, falta de militância significativa na praça de Brasília, tudo levava a crer que nada seria resolvido.

Quando a ministra-chefe do Supremo, Carmem Lúcia, pediu "pausa para um cafezinho" (aproximadamente quarenta minutos depois de começar o julgamento) ficou evidente a maracutaia. Tudo combinado. Ministros até com viagem já marcada para a Pascoa, enforcando a semana seguinte, Marco  Aurélio saindo antes do término da sessão....


Adiaram para o próximo dia quatro a decisão? Não acreditem, alguém do Supremo pede "vistas", Gilmar estará em Portugal, e a palhaçada continua...Em setembro quem chefia o Supremo é Toffoli, cupincha convicto de LuLadrão, preciso dizer mais?!


O Supremo de agora defende Luladrão?

Não se trata disso, cada um deles tem o seu "grupelho" favorito, ou "financiador", ou mesmo a sua forma de interpretar a lei segundo os seus interesses, indiferente de quem o colocou lá. Interesses contam mais...
O espírito de "corporação" ( ou Quadrilhão?)  que os une levou-os a perceber que o melhor seria esperar o tribunal de Curitiba  julgar e condenar, não teriam este ônus. O que será feito na semana seguinte. O grupo ligado a Moro não se acovarda, ou se vende.


Se o Ratão  após esta provável condenação  continuar livre, isso significará duas coisas: o fim das prisões da LavaJato depois de condenação em segunda instância e das delações por medo destas. Isso é o que planejou a Corja no Poder!!! Só existirá condenação para os mais pobres, aqueles que não podem bancar caríssimos advogados que propiciem serem julgados por este "maleável " Supremo....


Quanto ao fim do foro privilegiado, que teve o seu julgamento suspenso depois da "oportuna" intervenção no Rio, este só ajudará aos corruptos já que serão julgados em seus redutos eleitorais, em que tem maior influência e certamente a absolvição. Algum juiz que desejasse permanecer vivo condenaria um Collor em Alagoas, ou um Sarney no Maranhão? E mesmo que fossem condenados, não seriam presos...

O caso Lula abrirá um precedente para que corruptos e (ou) criminosos recorram mesmo se forem condenados em segunda instância.
Com dinheiro, no final das finais, os políticos sem foro acabariam através de várias apelações em Brasilia. Ou então, iriam adiando o seu julgamento até haver a prescrição de seus crimes, pratica muito comum- FHC que o diga...


A prisão após condenação deve ser o nosso foco principal.

O habeas corpus só foi criado para evitar prisões arbitrárias e não de condenados em uma, ou múltiplas instâncias. Sem  esta prisão, criminosos continuarão impunes.

 

Na  maioria dos países evoluídos é feita logo após a primeira instância, mas são países sérios e aqui a palhaçada vigora mesmo fora do carnaval...

Urge agirmos com mais foco e precisão!

 

Ilustração Nancy Carpi

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