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Re-União 2017

Sra.Cármem Lúcia:

April 3, 2018

Como a senhora ocupa, no momento, a posição de presidente da notoriamente abjeta Suprema Corte que envergonha a nação, eu decidi endereçar esta simples missiva à senhora, embora ela seja extensiva a todos os membros deste infame covil.

 

Antes de começar a dizer a que vim, deixe-me lhe demonstrar que eu sei perfeitamente o que a senhora e os outros também sabem - só para evitar qualquer tentativa idiota, inútil e entediante, da parte dos senhores, de manipular a situação, como fazem com a população brasileira - que não tem a menor idéia de coisíssima nenhuma, muito menos dos conluios nos quais estão enfiados os chamados "três poderes da República".

 

Então vamos a este preâmbulo:

- A esquerda nacional, continental e internacional estava tocando com extrema facilidade o seu projeto de tornar o Brasil um país comunista, de forma a criar um maciço bloco comunista na América Latina, financiado por nós e liderado por nós: os membros desta Suprema Corte tinham lá a sua participação como coadjuvantes no projeto - como, aliás, não poderia deixar de ser, uma vez que cada um dos senhores e das senhoras foi devidamente nomeado para o cargo, para a função, por um dos pilantras corruptos que governaram este trágico país durante as últimas décadas.


Mas o poder de mando, como eu e todos aí sabemos muito bem, não estava nas mãos dos senhores: os senhores atuavam como coadjuvantes - como cúmplices, melhor dizendo.

Eis senão quando surge um "ponto fora da curva", com o qual a esquerdalha nacional, continental e internacional não contavam: obviamente, falo da operação que ficou conhecida como "Lava-Jato".
A referida operação - com cujo sucesso estrondoso, repito, os planejadores do projeto de domínio esquerdista não contavam - obrigou essas esquerdas a uma mudança de estratégia.

A odienta mocréia que ocupava em nome do PT, do Foro de São Paulo e da Internacional Socialista a posição de "gerenciadora nominal" do projeto - ao qual servira com grande sucesso, primeiro como ministra das Minas e Energia, e depois como "chairman of the board" do Conselho Administrativo da Petrobrás, nos tempos da roubança "facinha" e dos conluios estrondosos com a Odebrecht - era agora um estorvo político, do qual urgia se livrar, de forma a, inclusive, aplacar a fúria da massa, como ditam os princípios da práxis comunista desde os seus primórdios.

 

 

Quanto a entregar à massa a detestada mocréia estorvante, inepta na "articulação" e de difícil trato, a coisa não deixava dúvidas: era necessário e pronto.
A encrenca se referia a quem ocuparia a posição que ela ocupava, de forma a permitir que o projeto esquerdista continuasse a ser "tocado" o mais eficazmente possível.
O bugresco e torpíssimo Luifináfio, como a cúpula esquerdista sabia perfeitamente, estava com os dias contados: ele obviamente também seria apanhado - como foi - pela Lava-Jato.
A decisão que foi ali, naquele momento, tomada pelas esquerdas, constou então de transferir este poder de comando ao infame Supremo Tribunal que a senhora ora preside e ao nefasto Congresso Nacional.

 

Já no "julgamento do impeachment" o pacto que embasava esta transferência estava completo, e firmado: e os srs. Calheiros e Lewandowsky, cada um representando um dos poderes pactuados, devem ter se divertido imensamente ao rasgar, na cara de 220 milhões de cidadãos, a Constituição Nacional - ao manter, ao arrepio da lei, os direitos políticos da impedida... Enfim, aquilo foi uma demonstração pública de quem, a partir daquele momento, passaria a mandar no país, por um acordo já devidamente firmado.
Quem tinha condições cognitivas de entender, obviamente entendeu: mas a esmagadora maioria não viu nada e não entendeu nada, não é mesmo? 

O senhorzinho pífio que recebeu a faixa presidencial - o tremulante e assustadiço Michel Temer, considerado "uma raposa", mas na verdade um medíocre covarde e pomposo -  entrou nesta jogada em posição fraca, sob a sombra de um "julgamento da chapa" da qual fora participante: mas já havia sido combinado, como parte do pacto, que a corte que a senhora hoje preside atuaria, através de seus membros, para impedir que o detonável e pífio senhorzinho fosse defenestrado como a inconveniente e estorvante mocréia fora.

Como se viu, foi precisamente o que foi feito, graças à notável (pela canalhice arrogante) atuação do sr. Gilmar "Beiçola" Mendes. 
Que, sem demonstrar nenhum constrangimento, simplesmente declarou "ilegítimo" que fossem usadas as toneladas de evidências que provavam que a "eleição" daquela chapa tenebrosa fora o resultado de fraude e de crimes.

 

Tenha um pouco mais de paciência e continue a seguir a minha demonstração, sra. Carmen: eu estou longe do fim.

 

Como a senhora sabe tão bem quanto eu, o pacto consistia em simplesmente seguir uma agenda, já claramente definida, que constava de "fornecer suporte "legal", jurídico, aos interesses da esquerda nacional, continental e internacional.
Nada mais simples, portanto: qualquer fulano que fosse considerado "contrário aos interesses" dessas errr... entidades, os senhores imediatamente agiriam - em nome do "poder constituído", né mesmo?

 
Aquele negócio de "Estado democrático de direito", de "sustentação dos pilares éticos da democracia" etc, etc: em suma, né, minha senhora - aquela conversa fiada que nunca deixou de ser usada pra tapear a "massa de manobra" desde que o comunismo surgiu organizadamente, como modelo  - não "com Marx", mas com Gracchus Babeuf e os filósofos do satânico "iluminismo", tipo por exemplo Rousseau.

O que vem a ser o mesmo papo, mas em outro nível, que a senhora talvez não alcance, e nem eu espero tal coisa dos seus pares ignorantes, cretinos e canalhas.

 
Faltava mais nada. 

Sendo assim, a coisa parecia relativamente simples, exceto pela existência da operação Lava-Jato, que persistia como um ponto fora da curva, a ser monitorado por todos os agentes pactuados.
Não só monitorado mas, evidentemente, combatido.

É arqui-evidente que os senhores - os donos do poder por outorga pactuada - fizeram o possível e o impossível para seguir a agenda: por exemplo, no caso daquele corrupto Eduardo Cunha, a sua corte mandadora fez vapt-vupt, né mesmo, minha senhora? 
Nossa, nunca se viu tamanha eficiência em defenestrar um corrupto, aqui na Bruzundanga: enquanto o diabo esfregava um olho, lá se foi o caboco pra cadeia, sem nada daquela bagaça de "direitos políticos preservados", habeas corpus, recursos espantosos ou coisa parecida.
Detonaram o corrupto mais rápido do que o diabo esfrega meio olho, repito: porque, é claro, aquele era um corrupto que não interessava ao esquema pactuado.

Outros já não caíam no mesmo caso, como facilmente se nota.

 

Eu vejo, sra. Cármen Lúcia, que a senhora e seus pares tiveram algum trabalho para manter o pacto firmado "vigoroso e saudável" - porque, convenhamos, a Lava-Jato pegou o pífio, assustadiço, canalha e covarde senhorzinho - cuja posição como "presidente nominal do Brasil" o pacto que os senhores haviam firmado assegurava - em franco contubérnio, no emblemático "porão do Jaburu", com um arqui-notório bandido!

Vai querer me dizer o quê, minha senhora?
Que "não foi bem assim"?
Me poupe, por gentileza: eu estou sendo razoavelmente educada com uma escória que eu admito, publicamente, que considero desprezível, que a senhora atualmente preside, e da qual é membro há sei lá quantos anos!

Esta abjeta Corte Suprema que a senhora atualmente preside, e da qual é membro, atuou para manter  o pacto firmado com a esquerdalha ativo: e isto incluía proteger o pífio e covarde canalha chamado Michel Temer - um esquema montado pelas esquerdas, que consideraram este "o melhor que poderia ser feito, dadas as circunstâncias criadas pela Lava-Jato"!

 

O resto é meramente parte deste teatro nojento - feito para distrair a platéia idiotizada por manobras diversionistas, enquanto o elenco faz avançar os seus reais objetivos.

Destarte, o Congresso de canalhas exigiu a sua "contraparte" para manter o caboquinho fora da cadeia: em dinheiro, se possível. E, se não, em cargos, funções e verbas para "projetos" que jamais tiveram ou terão existência real.

O caboquinho assustadiço atuou conforme o script, e mandou pau nas "negociações", sob o gerenciamento atento da corte que a senhora preside: caso esta "política" falhasse, os senhores estavam ali para garantir a impunidade não só do senhorzinho tremulante, mas de cada um dos "cumpanhêros".

O poder estava - como continua a estar - nas mãos dos indignos canalhas que compõem a "suprema corte": e eu quero ver quem é que vai tirá-lo das garras de vocês, se não for o próprio povo brasileiro , que francamente eu duvido que tenha condição cognitiva de entender  o horror da ameaça que a senhora e esta corte de traidores que a senhora preside representam.

Infelizmente, é o que eu vejo.

 

LOOOONGA missiva, é certo, sra. Carmen: mas eu garanto que lê-la lhe tomará menos tempo do que assistir ao palavrório gotesco,obsceno e deliberadamente abstruso usado por seus pares para tentar "justificar" as suas ações abjetas.

 

Então continuemos:

Como eu disse, o pacto firmado outorga o comando do Brasil a um conluio de canalhas e traidores, que manterão ativa e atuante a agenda  da esquerda nacional, continental e internacional.
Não, é claro, por "afinidade ideológica": mas por interesse pessoal de cada membro do pacto.
Oh, a senhora deve saber - enfim, eu espero, talvez ingenuamente, que a senhora não seja a completa ignorante que tanto parece ser - que esta sempre foi a práxis do nazi-marxismo, ou seja: de ambas as vertentes-gêmeas vindas da mesma matrix iluminista, cujo objetivo é "governar o mundo".

 

Aliás, como comentário paralelo, eu ando lendo diversas menções ao fato de que a torpe corte que a senhora preside anda propagandeando que "o seu objetivo é iluminista, e que ela pretende iluminar o país"... 
Mais canalha do que um agente illuminati, só um agente illuminati metido a arrogante, sra. Cármen: Avise aos outros, por favor. 

 

Bom, em suma: a idéia é, evidentemente, que a mesma fraude já perpetrada quando da "eleição" da chapa Dilma-Temer seja mantida também em 2018, de forma a garantir a vigência do pacto "AS IS".


Eu de fato não sei quem é que a sua colega Rosa Weber vai aparecer na TV para anunciar como "vencedor" - mas é óbvio que o escolhido pelos senhores ou será um "cumpádi" que com certeza os senhores esperam que "não crie problemas" ou será um sujeito sem noção do que está acontecendo e que será completamente desmoralizado e terá suas ações bloqueadas pelo referido pacto firmado, em "todas as sete bandas". 

 

Preservar a fraude eleitoral no Brasil é um ítem absolutamente vital para a agenda  das esquerdas (nacional, continental e internacional): Nenhuma manobra diversionista será desprezada pelos senhores pactuados, no objetivo de manter esta preservação.

Foi precisamente neste intuito de criar uma manobra diversionista que a senhora e a abjeta corte que a senhora preside "resolveram" adiar a decisão de conceder ou não o habeas corpus a uma jararaca defunta e putrefacta que não interessa mais a NIN-GUÉM: mas é notório que a esquerda sempre usou os cadáveres - metafóricos ou concretos - que ela cria como "degrau para fazer avançar a marcha revolucionária".

 

 

 

Vamos ver se eu consigo acabar esta carta aberta, sra. Cármen Lúcia - é que, convenhamos, é coisa à beça a pesar sobre a sua corte nefasta, cuja "integridade" a senhora insta a população a "garantir", o que enseja a minha pergunta: 
Qual "integridade", minha senhora? Aquela pela qual o seu decano demonstrou não ter o menor apreço, e pisoteou sem dó, rasgando de novo a Constituição na cara de todos, ao "dar um jeitinho" para manter o réu Renan Calheiros - cúmplice pactuado de vocês - na presidência do Senado Federal? A que manteve Aécio Neves, contra todas as evidências, "livre, leve e solto", afrontando publicamente a ética e a moral?


Que negócio é esse da senhora vir pedir a nós que lutemos contra "agravos, e insultos contra pessoas e instituições", quando são precisamente a instituição que a senhora preside e os membros que dela fazem parte que nos insultam e nos agravam continuamente, com o máximo e mais obsceno cinismo?
Eu, hein, minha senhora!

A senhora está juntando o insulto à injúria, vindo com esta pose falsa de "magistrada" nos solicitar "serenidade" diante dos descalabros que aquele covil nos enfia goela abaixo o tempo todo!

 

Eu bem sei que os senhores vão negar o raio do habeas corpus ao patife condenado: o seu objetivo nunca foi "concedê-lo" - o seu objetivo sempre foi criar uma série de manobras diversionistas, que tirem o foco da população brasileira de onde este foco deveria estar, que é na fraude montada pelos senhores e pelos seus cúmplices no Congresso, e que terá lugar em outubro próximo:
Quando mais de cento e cinquenta milhões de cidadãos se dirigirão, de novo, a um sistema eletrônico que não permite conferência, para participar cheios de esperança inútil de um teatro vilíssimo, montado e remontado pelos senhores pactuados!

Fraude repetida, minha senhora: solertemente, cinicamente, canalhamente! E a senhora a fazer discurso de "íntegra" e de "impoluta", defendendo um covil de canalhas e de traidores!

 

Eu também sei que a prisão após a condenação em segunda instância será aniquilada ali na frente, mantendo o pactuado, que é livrar o raio do senhorzinho assustadiço e covarde da prisão que o esperaria, quando perdesse, ao fim do seu pífio mandato, o privilégio de foro.
E os senhores não vão deixar que isto aconteça, não é mesmo?

Os senhores estão ali para garantir precisamente que não aconteça.

O pacto não inclui Luifináfio, o meliante salafrário que já não interessa a ninguém, como a nojenta Rousseff também não interessava, e por isso foi entregue à massa para aplacar-lhe a justa revolta.

 
É arqui-evidente que Luifináfio já sabe que o seu tempo de encarceramento durará pouco,pouquíssimo: isto o impedirá de cair na tentação de delatar quem bem entendesse, entre os participantes daqueles tenebrosos "esquemas" que ele conhece tão bem, e que gerenciou com tanto empenho, arruinando o país economicamente, politicamente, estruturalmente e sobretudo moralmente.
E é verdade, é claro: embora o objetivo não seja especialmente o de libertar aquele meliante infecto, ele será libertado junto com o resto da malta hoje presa.

Enfim, a caterva inteira, e não apenas o pútrido Luis Inácio, será libertada, quando esta aniquilação aberrante, obscena que joga o país no esgoto da canalhice impune dos "dirigentes", acontecer - e vai acontecer, como a senhora sabe tão bem quanto eu.


Mas não agora - agora é hora de continuar o teatrinho abjeto para a platéia aturdida, e manter o poder que assegura o avanço das esquerdas neste país nas mãos imundas de uma corte indigna.

 

Creio ter dito o principal, sra. Cármen Lúcia.
A senhora contente-se com isto, por enquanto - que não é pouco.

Sem mais para o momento, subscrevo-me,

Priscila Garcia

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