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Re-União 2017

Em festa comunista não tem comida

May 7, 2018

Ontem foi o aniversário de 200 anos do ordinário do Karl Marx.
E quem foi o tal?

Um burguês vadio sustentado por quase toda vida pelos pais, e pela família da esposa. E por fim, Engels (Esse realmente rico).
Quando o pai morreu a mãe mandou avisá-lo e ele disse que não iria ao enterro, pois tinha coisas mais importantes a fazer.

Depois dessa a mãe cansou e parou de pagar suas contas. Em carta a mãe lhe diz:

"Você devia juntar algum capital ao invés de só falar sobre ele".

 

Viveu sustentado por amigos, fez a família passar miséria e dilapidou uma pequena herança que sua esposa recebeu.


Plagiador, socialistas anarquistas como Proundhon (que o chamava de verme falsário) e Bakunin o desprezavam. Bakunin o chamava de monte de esterco. Aliás, ele era desprezado por quase todos os socialistas.
Karl Heinzen, colega de Gazeta o chamava de “espírito perverso, que vivia sempre sujo, capaz de tudo, menos de um gesto nobre”.

 

Traiu sua mulher com a empregada com quem teve um filho Freddy que tratou de expulsar de casa.
Dos seis filhos que teve com a esposa, três morreram na primeira infância, em decorrência do estado de penúria a que foram submetidos e três cometeram suicídio (as filhas Jenny, Laura e Leonor). O único sobrevivente, o filho bastardo do adultério com a empregada, nunca foi reconhecido pelo pai (como todo hipócrita, Marx nem deixava o menino sentar-se á mesa com os irmãos “legítimos”) e foi adotado por Engels para “salvar as aparências”.

 

Como plagiador, Marx era pra lá de desonesto.

De Marat, se apropria da frase “o proletariado nada tem a perder, exceto os seus grilhões”.

De Heine, “a religião é o ópio do povo”.

De Louis Blanc, sacou a fórmula “de cada um segundo suas capacidades, a cada um segundo suas necessidades”.

De Shapper, tirou a convocação “trabalhadores de todo o mundo, uni-vos. 

De Blanqui, a expressão “ditadura do proletariado”.

 

Até mesmo sua obra bem acabada e vertiginosa, "O Manifesto Comunista" (1848, em parceria com Engels), é um plágio vergonhoso de "O Manifesto da Democracia", de Victor Considérant, escrito cinco anos antes. 

 

Na festa dos comunista não teve comida.

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