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Re-União 2017

O casamento da realeza progressista

May 18, 2018

A mesma mídia que prega ideias feministas diuturnamente agora  apela para o sonho secreto feminino do "felizes para sempre" e está vendendo o casamento do príncipe Henry (sim, o nome dele é Henry Charles Albert Mountbatten-Windsor - Harry é apelido) com a atriz Meghan Markle como o casamento da década e se esforçando para nos convencer que se trata de um moderno conto de fadas. 
Se alguém se perguntar o porque dessa bravata midiática, a resposta é gritante. 
Primeiramente não nos esqueçamos de que os Windsors (familia real inglesa) são uma das famílias globalistas. 
Esta informação já explica toda charada! 

 
Na entrevista de William, irmão de Harry, para a polêmica revista GQ, na edição em que o futuro rei posou para a capa, Will deixa muito claro o que eles defendem: todo o esquerdismo globalista disfarçado de inclusão, que vai de ideologia de gênero à fronteiras abertas, passando pelas bandeiras de eco-sustento-canalhice e todas os engodos de controle econômico e redução populacional defendidos pela ONU. 


Com o Reino Unido entrando em colapso por uma política de imigração desenfreada causadora da substituição de sua unidade cultural por ideologias diluídas em conceitos que parecem igualitários e humanos mas que de fato, não apenas não se sustentam mas geram crises sociais, a família real britânica (bem como o governo do Reino Unido) precisa de medidas que formem na população a ideia de que existe uma liderança moral que os escuta, que os atende, e isto se dá pela identificação. 
E esta é a aposta! 


A noiva, Meghan Markle, era uma atriz sem grandes projeções, tentando subir em Hollywood, americana, negra (aliás, como eles dizem, parcialmente negra), divorciada e feminista. 
...Ah! Não podemos nos esquecer, agora, ela é imigrante. 
Quantas minorias juntas representadas! 


Do noivo sabemos (por fotos!) que é um "party boy", amante da maconha e das orgias com belas mulheres e como boa parte dos herdeiros de sua geração, dado a altas doses de esquerdismo. 
Segundo os tablóides de fofocas mais antigos, agora ninguém fala mais a respeito, o príncipe não gostava de ser apresentado a "moças de cor", tendo notória preferência pelas loiras "que estavam a sua altura". Evidentemente, o temporário racismo do príncipe foi imaturidade da juventude. 


Com um perfil tão politicamente correto e que quebra as regras monárquicas, a rainha não daria a permissão para o casamento, como aliás fez no passado, quando tal benefício  foi negado à sua própria irmã Margareth, mas os tempos são outros e as informações vazadas dão conta de que o príncipe e sua escolhida não quiseram convidar o conservador Presidente Donald Trump, mas teriam ficado muito chateados com o protocolo que os impediu de convidar o ex- presidente apoiador de terroristas Barack Obama. 


Ora, imprensa querida, vocês estão noticiando um casamento ou uma reunião da ONU? 
É inegável a manipulação da opinião pública nesse tipo de informação. 

 

"E os expedientes usados para vender a farsa são variados. 
A família da fulana, digo, noiva, teria tentado impedir o casamento na justiça. Isso por si só seria cômico, já que estamos falando de uma mulher adulta e divorciada, mas o motivo é mais dantesco ainda: ficaram ofendidos por não poderem se sentar ao lado da família real, bradando o velho grito de discriminação racial  esquerdista. É óbvio que tal manobra foi um fiasco patético.  
Que reino eles representam mesmo?! 
Para que fique claro, à família de Meghan foi reservado o mesmo lugar que foi dado à família de Kate Middleton, que são sim cidadãos britânicos e não imigrantes ou estrangeiros.
O circo tem cada vez mais as cores da esquerda mundial e cada vez menos ares de romance. Quem quiser conferir, a cerimônia será transmitida por TVs do mundo todo, como de costume, amanhã, sábado, dia 19 de maio, ao meio-dia - horário local. 
Preparem os olhos para um espetáculo de beleza com pouca tradição e muito progressismo. Vocês estão sendo avisados, D'accord? "











 

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