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Re-União 2017

Esquerdismo:uma praga no jardim

May 22, 2018

Aqui em Minas Gerais tem uma erva daninha muito desagradável chamada de Tiririca. Ela pouco se vê em terrenos baldios, mas é abundante nos jardins  ornamentais, pois o prazer dela é estragar a beleza do paisagismo e quanto mais caro e belo ele for, mais rápido ela vai atacar e mais poderosa será a infecção.

Essa erva destruidora é muito difícil de ser combatida. Não basta usar herbicida ou cortar com máquina, ela tem que ser arrancada por inteiro, com raiz e tudo e não a qualquer hora, caso contrário, os pequenos fragmentos rompidos de raiz deixados na terra, fazem com que ela se multiplique em dezenas.

O momento certo para arrancá-la é aquela noite onde a Lua cheia atinge a posição azimutal no firmamento (quando a Lua está a 90 graus no céu), nessa noite, a  seiva da planta e sua potência sobem da raiz para as folhas, deixando-a "desarmada", com a base enfraquecida, assim a raiz murcha, saindo da terra por inteiro e com facilidade.

Na semana da Lua Minguante ocorre o contrário, a energia da planta e seus fluidos vitais fazem o caminho inverso. Eles descem das folhas e fortalecem a raiz, que infla e se abre feito guarda-chuva, adquirindo uma  resistência de Hercules.

Se você tentar arrancar a planta nessa semana, além de machucar as mãos, o caule se quebra,  ficando a raiz  inteira agarrada ao solo, rindo da nossa cara,  pronta para brotar no outro dia ainda mais teimosa e determinada a vencer.

 

Na política e na botânica, as coisas seguem princípios parecidos.

Temos muito que aprender com a Tiririca porque ela é a representação vegetal simbólica do comunismo que atacou nosso jardim verde e amarelo, tornando-o vermelho e em breve, seco.

 

Venezuela, Cuba,  União Soviética são exemplos de jardins que foram infectados pela satânica erva daninha do comunismo. Nestes países, a  ameaça chegou em silêncio enquanto as pessoas diziam “Isso não é nada, é apenas uma praga , logo vai secar”.

Ninguém supunha que essa plantinha aparentemente inocente, dominaria os diversos jardins no mundo e se tornaria praticamente impossível de ser retirada, mesmo nas noites de Lua Cheia.

 

Vivemos um “comunismo Tiririca” surgido na surdina, disfarçado de flor, que logo se instalou nos jardins das universidades e escolas, para depois, tomar os jardins da imprensa e da mídia e se alastrar por toda a sociedade, como aquela trepadeira na Rua Gaicurus, em São Paulo, que chegou ao 20º andar do edifício.

 

Dizem que quando um jardim está dominado pela Tiririca, ele deve ser queimado e depois ter a terra retirada, pois mesmo o fogo é incapaz de reduzir sua sanha de poder e controle.

Estamos nessa situação, nosso jardim está tomado pela terrível erva e quanto mais tentamos cortá-la, mais ela brota forte, pois no subterrâneo do poder, as raízes estão todas entrelaçadas umas as outras. O que vemos na superfície é somente um panorama ilusório e minimizado do que existe por baixo da terra. Poucos conseguem enxergar a amplitude do problema.

A  ignorância popular age como adubo para fortalecê-la.

 

Nossa situação é essa, perdemos o jardim, com todas as nossas flores.

 

Secaram as plantas mais caras e queridas, sufocaram as árvores da família e da sociedade, a depravação política tomou conta e ceifou qualquer sentimento altruísta para com o desenvolvimento nacional.

O belo jardim da democracia brasileira virou um matagal desordenado, foi carcomido por cupins, brocas e monopolizado pela insistente Tiririca esquerdista, que se satisfaz em ter poder sobre o jardim, não se interessando pela sua beleza e evolução. Ela roubou os nutrientes da terra junto com a esperança do dono da casa em ver novamente flores brotando. Mataram o nosso Burle Marx interior.

 

Cedo ou tarde teremos que limpar o jardim, renovar o processo político, depor todos os políticos que respondem processos de corrupção e  ingerência e eliminar o comunismo infiltrado na população.

O trabalho é enorme, mas terá que ser feito.

Enquanto isso não acontecer, a Tiririca vai só crescer ao passo que nossa dignidade é corroída por todos os tipos de privações impostas através do empobrecimento da população, que a cada dia perde direitos e qualidade de vida, somente para que um Super Estado corrupto e vampiresco, repleto de pragas, triunfe com nosso dinheiro.

 

O jardim ainda não morreu,  há tempo de salvá-lo.

Ou limpamos a terra e semeamos novas flores ou estaremos condenados a comer capim.

 

E o problema maior será o dia em que o  capim não for suficiente para todos, afinal um povo que idolatra um ex presidente presidiário, querendo o seu retorno, não passa de um rebanho de ruminantes, condenado ao abate feito pelo impacto do martelo e a lâmina da foice.

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