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Re-União 2017

Recado sobre rodas

May 23, 2018

 

Os pífios esforços da tchurma marqueteira do substituto de Dilma, a louca, quando tentam inventar um "brasil recuperado", não convencem ninguém. 
Muito menos quem trabalha e tem que sobreviver, literalmente, escorchado por impostos cada vez mais altos e surrealistas, destinados apenas a manter uma máquina podre em funcionamento.
Máquina que paga, aliás, os altíssimos salários e privilégios de uma politicalha inútil, ineficiente e incompetente.

Grandes manifestações de povo ordeiro em domingos ensolarados apenas fazem cócegas nessa corja.
A desobediência civil, entretanto, e a ameaça de parar a economia é coisa bem diferente.
Políticos não produzem nada.
Políticos não levam alimento, combustível e tudo o que a sociedade necessita para sobreviver pelas estradas do Brasil.


Quem faz isso, e tudo o mais para que o país funcione são trabalhadores.
Gente que sua dia a dia, mantendo a economia viva e operante.
Gente que produz, que transporta e consome.

E que é roubado diariamente, a cada copo d'água que toma ou em cada litro de combustível que coloca num veículo qualquer.
Ou na conta de luz, de água, de telefone, seja lá do que for...
De impostos a multas de trânsito -uma verdadeira indústria- a lista diária do roubo nosso de cada dia é interminável. 
Do momento em que acorda ao momento em que vai dormir -e mesmo dormindo- todo cidadão brasileiro paga e paga para manter uma escória que os explora e é mantida nababescamente por esse mesmo cidadão.


A politicalha conta naturalmente com a "boa índole" e a passividade do povaréu.
É o que os mantém.

 

Os caminhoneiros do país, entretanto, dão hoje uma lição valiosa ao povo:
Parem tudo. E eles os ouvirão.

Fica o recado.


Pra todos os que, bons cidadãos, pagam tudo direitinho todo santo dia e fingem que o barulho não é com eles, porque ainda conseguem pagar o preço do sossego e da omissão.
Mirem-se no exemplo da Venezuela, antes rica e próspera.
Lá, hoje vendem seus bens em praça pública para conseguir colocar comida na mesa. 
E lembrem-se que o confortável provérbio brazuca de que "só acontece com os outros" é só uma balela.
Porque ele deixa de ser verdadeiro num determinado e certeiro momento:
Quando acontece conosco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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