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Re-União 2017

Saindo do inferno

May 27, 2018

O presidente Donald Trump anunciou que o americano Josh Holt e sua mulher equatoriana naturalizada venezuelana Thamara Caleno  seria soltos hoje em Caracas.O casal chegou no final do dia a Washington DC e foram recepcionados na Casa Branca. 

 

A expulsão no dia 22/05/2018 do encarregado de Negócios dos Estados Unidos Todd Robinson e Brian Naranjo e as sanções anunciadas após a fraudulenta eleição do dia 20/05/2018, prenunciavam que essa soltura seria impossível.Mas a notícia da libertação de Holt vem um dia após o senador Bob Corker, presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado, se encontrar em Caracas com o presidente venezuelano.

 

Josh Holt, é um missionário mormón de Utah que foi  se casar em 2016 na Venezuela com Thamara também missionária.

Os recém casados foram presos e acusados de espionagem.

Como prova os policiais mostraram  um fusil AK47,várias munições,uma granada MK2 e U$180 dólares, que supostamente seriam deles.

Laurie Holt, mãe do americano denunciou que o Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (Sebin), pediu U$10.000 dólares para soltá-lo e expulsá-lo da Venezuela. 

Passaram 2 anos de horror na prisão El Helicoide.

Josh Holt perdeu 15 quilos e adquiriu diabetes, necessitando de medicação que não existe por lá.

 

Durante uma rebelião no dia 16/05/2018 ,11  pessoas morreram  e 28 ficaram feridas. Josh  Holt  conseguiu postar nas redes sociais um pedido de socorro junto com outros prisioneiros. 

 

A filha de Thamara conseguiu visto humanitário e já estava vivendo com os pais de Josh Holt nos Estados Unidos, esperando a chegada da mãe.

Será um dia de festa para eles.

E mais um dia de profunda tristeza e dor para  as  famílias de prisioneiros como o estudante Lorent Saleh e muitos outros que não tem nenhuma esperança de sair das masmorras infernais venezuelanas.

https://www.areuniao.com/single-post/2018/05/18/O-massacre-nas-masmorras-chavistas

 

Acreditem se puderem: Maduro prometeu em seu discurso de posse, "libertar os opositores para um diálogo amplo de reconciliação".

Promessa feita no mesmo momento em que mandava prender 15 militares contrários à sua cruel ditadura narco-comunista.

 

Trump fez o contrário: prometeu se empenhar no caso Holt até sua libertação e cumpriu.

 

Seu empenho agora é libertar o pastor Andrew Brunson, preso na Turquia e que pode ser condenado à 35 anos de prisão ou até mesmo à prisão perpétua.

Jay Sekulow, conselhereiro-chefe do Centro Americano de Direito e Justiça, que levantou o caso de Brunson na Casa Branca, chamou as acusações de “absurdas” e afirmou que a Turquia está processando Brunson por causa de sua fé cristã e o considerou um preso político.

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