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Re-União 2017

Eleição é o ópio do povo

June 6, 2018

Os corruptos se uniram para nos roubar e ninguém mais tira os caras de lá, porque se agigantaram sobre a "desculpa primeva", a rainha de todas as mentiras, dizendo que o  fato de estarem no poder é a vontade do povo, que se manifesta a cada quatro anos na forma de eleição.

 

A amarga verdade é que para o cidadão trabalhador, explorado pelo Estado, nada vai melhorar. Eleição não é garantia de democracia, até porque em Cuba e na Venezuela abundam eleições. Garantia de democracia é governo justo, eficiente, honesto e voltado para a vontade do povo, ao crescimento e re-união da nação, é a manifestação do espírito nacional em sua essência mais pura e verdadeira. Isso é o que em latim, nos tempos da Roma antiga, era chamado de ‘E PLURIBUS UNUM’, em todos, um.

 

Quando um processo eleitoral passa a eleger ou reeleger políticos cegamente, sem critérios de meritocracia e competência, ele deixa de ser um  exercício democrático porque não representa mais os desejos do cidadão. Deixa de existir o espírito do E PLURIBUS UNUM. E assim vemos a próxima eleição, como outra manobra canalha para manter os mesmo vermes carcomendo o defunto nacional.

 

O roteiro do filme de terror é esse: Dilma vai ser eleita senadora por Minas Gerais. Hoje em Alagoas quem governa é o filho do Renan Calheiros, vulgo "Calheirinha". Jaques Wagner, com sua coleção de relógios 'falsos', provavelmente será também senador.

 

Sarney e sua prole de ratos políticos, continuará a roer o Brasil, que está em farrapos e tudo amparado pela retórica do voto, enquanto na base da pirâmide social, permanece o trabalhador sustentando os delírios de megalomania de uma cambada no poder que custa muito caro. Sem falar no risco de uma manobra miraculosa, feita à meia noite de lua cheia, para tirar lula da cadeia e torná-lo elegível.

                                                                    

E por trás de tudo isso, temos as "incorruptíveis" urnas eletrônicas e o processo digital de contagem de votos, que por ironia do destino, foi criado pela Smartmatic, uma empresa projetada pelo ditador Hugo Chavez, para promover democracia no mundo. A mesma democracia, que segundo lula, existe em excesso na Venezuela e condenou seus cidadãos  a comerem lixo.

 

O exercício eleitoral  converteu-se em  concurso público do crime enquanto o povo virou máquina robotizada de votação, programada pelas empresas de marketing político e o jornalismo de palanque, agora travestido de agência ‘fact check’, novo reduto de barbichas marxistas e do feminismo-racial-gênero-minoria eternamente vitimizado pelo homem branco capitalista, admirador de carros esportivos americanos.

 

A cena final de nossa novela apocalíptica será assim: eleitores em fila, hino nacional tocando, camiseta da seleção brasileira, todos doutrinados, bestificados  e adestrados para apertar o botão verde da urna de Hugo Chaves, com a esperança que dessa vez as coisas vão melhorar. Mas se não melhorar, daqui a quatro anos, faremos tudo de novo, o importante é que temos eleições.

 

Se Karl Marx tivesse vivo teria dito “como não pensei nisso antes, era só ter feito eleições.”

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