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Re-União 2017

Anthony Bourdain

E lá se foi o Anthony Bourdain. Aos 61 anos suicidou-se em Paris.

Lugar, aliás, bem escolhido.

Por aqui, a Líria, do Kintarô, vai ficar triste.

Ele adorava as sardinhas a escabeche, a dobradinha, as costelinhas de porco de lá, que fazia questão de pedir sempre que vinha a São Paulo. Resenhou o Kintarô no programa dele (na época na NBC, depois foi para a CNN) como um dos melhores bares do mundo. Foi bacana conhece-lo.

 

Era um cara loucão, romântico e sempre parecia uma bomba prestes a explodir. Uma noite, no Jun Sakamoto, quis mais wasabi e o Jun disse que o sushi já vinha com o wasabi adequado. O Anthony mandou o Jun colocar o wasabi num certo lugar.

 

Ele contestava o mito dos grandes chefs. Achava o ato de fazer comida uma coisa emocional, intuitiva, empírica. Era enfrentar as grelhas de barbecue, queimar as mãos na chapa, cortar-se com facas e orgulhar-se das cicatrizes. Seu restaurante em New York, o Les Halles, era muito bom. Vale a pena ler os livros dele, principalmente Cozinha Confidencial.

 

Droga, esse jogava no meu time. 
 

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