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Re-União 2017

A sobrevivência européia

June 16, 2018

Sebastian Kurz, o chanceler austríaco, encontrou-se esta semana com o ministro do Interior da Alemanha, Horst Seehofer, atualmente o maior desafeto político de Angela Merkel.

A temática central: a mudança radical na política alemã para o recebimento de “refugiados” e a proteção das fronteiras europeias.

 

-Seehofer disse que trabalhará para que a Alemanha acompanhe a política  do país alpino e que abandone o destrambelhado modelo de Berlim.

-Kurz disse que há um entendimento já bem avançado para que a Itália  também participe da nova política.

-Seehofer, por outro lado, quer deportar imigrantes ilegais nas fronteiras do  país. O que não é aceito por Angela Merkel.

 

Pelo jeito, a única pessoa a não perceber que inúmeros países europeus querem proteger suas fronteiras é, justamente, a senhora Merkel.

Ela opõe-se raivosamente a uma política de controle de fronteiras na Europa - mesmo diante de uma verdadeira invasão de imigrantes ilegais vindos da África e Oriente Médio.

 

A situação está ficando insustentável para os planos globalistas da chanceler. Tanto que, até seu aliado de estimação, o francês Emannuel Macron, mostrou interesse em aderir ao novo projeto. Não porque ele tenha saído do clubinho dos multiculturalistas, mas por mera sobrevivência política e pelo avançado estado de mudança social do seu país.

 

A preocupação com a invasão de imigrantes ilegais na Europa é real e crescente. O europeu médio (que paga a conta da farra) percebe, pouco a pouco, que sua elite política está por trás de todo o processo de destruição gradual do continente e da completa aniquilação das soberanias nacionais.

 

Os últimos que deixarão o transe - como de costume - serão os alemães.

Merkel está destruindo não só o continente europeu, mas sobretudo o mega-projeto de domínio da União Europeia. Resta saber quais serão os remendos apresentados.

 

Sob quaisquer óticas, o prognóstico europeu não é muito animador.

A recuperação das identidades nacionais - através do restabelecimento da soberania e da cultura de cada país - dependerá de inúmeros fatores.

 

Entretanto, otimismo, no caso, não passa de infantilismo.

O estrago foi feito e, dificilmente, a Europa voltará a ser o que era.

Mas é o que os europeus têm no momento.

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