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Re-União 2017

Drástica mudança

June 22, 2018

A bondosa chanceler alemã depois de se encontrar em Berlim, com o vaidoso francês Emannuel Macron - que, acendendo uma vela para Deus e outra para o diabo, disse que “ajudará“ sua colega a encontrar uma solução europeia para a questão dos “refugiados" - foi obrigada a viajar às pressas para o Oriente Médio.

 

Em uma viagem que não estava programada, Merkel desembarcou na Jordânia e no Líbano para tentar controlar o incêndio que ela provocou e vem provocando há três anos. Lá, a desesperada Merkel tenta pactuar com os líderes islâmicos (depois que o sultão Erdogan meteu-lhe, sem cerimônia, o pé no traseiro, pois ela não estava abrindo a carteira ) para que haja uma diminuição do fluxo de “refugiados” islâmicos e africanos na Europa.

 

Parece que a poderosa da União Europeia não tem notícia que existem mais de 50 países islâmicos no planeta. E que por identidade cultural, religiosa e linguística, a patota deveria ser acomodada nas redondezas ou recebida por seus irmãos de fé. Mas, claro, o plano é a ocupação do Velho Continente, como já estamos carecas de “conspirar" a respeito.

 

Se Merkel terá êxito em sua empreitada (depois de ter convidado o mundo islâmico para receber um asilo humanitário) ainda não sabemos. Provavelmente, não. Mas ela prometeu “empréstimos” milionários para os dois países, que já recebem muitos milhões de euros anualmente para manutenção de campos de refugiados.

 

Tentando apagar o fogo de lá, de cá, a mulher marcou um encontro extraordinário, em Bruxelas, para o próximo domingo.

A pauta: “política de asilo e refugiados”.

Tomou mais um revés! Os países do Visegrad, Hungria, Polônia, República Checa e Eslováquia, comunicaram que não participarão do convescote, pois não entrarão na política de cotas para o recebimento de refugiados. Reforçaram a mensagem que não aceitarão um único “refugiado" islâmico em seus países.

 

O chanceler austríaco, por sua vez, ainda não confirmou se participa ou não, mas já adiantou que partilha das mesmas posições dos quatro países e que vem mantendo contato estreito com o líder húngaro, Viktor Orban.

 

Os “rebeldes”, além do anúncio da não participação no evento, adiantaram que se reunirão para traçar um plano de proteção de suas fronteiras. Ou seja, nessas nações, a farra das fronteiras abertas acabará em breve e forças militares devem reforçar e controlar suas fronteiras. O que Merkel não admite.

 

Merkel e seus asseclas, sobretudo o fanfarrão alcoólatra Jean Claude Junker, não param de bater cabeça e propor, de forma afoita, todo tipo de proposta para que continuem com a mesma política defendida desde 2015: fronteiras abertas e recebendo em massa imigrantes ilegais vindos da África e Oriente Médio.

 

Para complicar, Merkel está sendo pressionada em seu partido para que mude o rumo de sua desastrosa política. Alguns estados alemães já adiantaram que se ela não ceder, patrulharão por conta própria suas áreas fronteiriças. Só nos cinco primeiros meses do ano, a Alemanha, oficialmente, registrou 78.000 pedidos de asilo. O número dos hóspedes da filantropa Merkel desde que abriu as fronteiras do país, aumenta a cada dia.

 

A mudança do cenário político na Itália teve um papel primordial para a atual situação da alemã.

 

Merkel está cada dia mais isolada politicamente e desesperada em suas tentativas para convencer seus parceiros (talvez, ex-parceiros). Ela não encontra apoio para seus nobres planos “humanitários”.

 

Como os europeus são malvados, não é?  A invasão precisa continuar!

A sandice merkeliana está prestes a sofrer uma drástica mudança.

O que virá ninguém sabe. E nem tampouco há algo para ser comemorado.

 

MERKEL E A IMPRENSA ALEMÃ

Quando o cumpañero e esquerdíssimo jornal “Die Welt” traz uma matéria dessa natureza sobre a amada-idolatrada Angela Merkel, é porque - como diz na minha terra-, “o trem está é feio”. 

“Política de asilo de Angela Merkel: missão impossível”.

Dizendo que o apoio dos países europeus para a manutenção de sua política está cada vez mais distante.

 

O jornal "Bild" traz, hoje, uma pesquisa onde 43% dos alemães querem a renúncia da chanceler em virtude do fracasso da sua política de asilo. E 42% querem que ela permaneça no cargo. 

 

A sua desastrosa política que enfiou, sem triagem, mais de 2 milhões de "refugiados” no país terá seu preço político. A conta parece ter chegado, mas com um atraso de três anos.

 

Merkel tem ainda o apoio da imprensa (quase 100%) e da esquerda radical. Entretanto, isso não é o suficiente.

Dilma também tinha apoio da imprensa e da esquerda. O desfecho já sabemos.

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